{"id":720,"date":"2023-12-13T09:00:00","date_gmt":"2023-12-13T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=720"},"modified":"2023-12-13T09:00:02","modified_gmt":"2023-12-13T13:00:02","slug":"precisamos-falar-sobre-hiv-aids-discussoes-sobre-as-politicas-publicas-de-combate-a-aids-hiv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=720","title":{"rendered":"<strong>Precisamos falar sobre HIV\/Aids: discuss\u00f5es sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas de combate \u00e0 Aids\/HIV<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 necess\u00e1ria a conscientiza\u00e7\u00e3o e o combate aos estigmas, preconceitos e desinforma\u00e7\u00e3o que circundam a AIDS, portanto, a Editora UEA, no m\u00eas de dezembro, recomenda o livro:<a href=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/1612\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> <em>HIV\/AIDS, G\u00eanero e Sexualidade: pol\u00edticas e pr\u00e1ticas de preven\u00e7\u00e3o, testagem e aconselhamento<\/em><\/a>\u00b8 produzido durante o <em>I Semin\u00e1rio Amazonense de HIV\/Aids, G\u00eanero e Sexualidade: pol\u00edticas e pr\u00e1ticas de preven\u00e7\u00e3o, testagem e aconselhemanto <\/em>e organizado pelos professores Andr\u00e9 Luiz Machado das Neves e Munique Therense, no ano de 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 1 de dezembro foi institu\u00eddo o Dia Mundial da Luta Contra a AIDS, resultado de diversos protestos e mobiliza\u00e7\u00f5es sociais, e surgiu como uma forma de alertar a sociedade denunciando o longo processo de invisibiliza\u00e7\u00e3o e marginaliza\u00e7\u00e3o de pessoas com HIV\/Aids. Portanto, \u00e9 imprescind\u00edvel debater para tentar reverter esses processos de discrimina\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia, que infelizmente s\u00e3o naturalizados socialmente.<\/p>\n\n\n\n<p>O livro est\u00e1 dividido em cinco cap\u00edtulos, que abordam acerca das diferentes viv\u00eancias e pol\u00edticas que perpassam a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro cap\u00edtulo, escrito por Munique Therense, Andr\u00e9 Luiz Machado das Neves, Vivian Lima Marangoni e Socorro de Moraes Nina, tem como t\u00edtulo <strong>\u201c\u00c9 para dar aula ou fazer ativismo?\u201d da \u201cci\u00eancia e afeto\u201d<\/strong> <strong>para uma cr\u00edtica \u00e0 biomedicaliza\u00e7\u00e3o da preven\u00e7\u00e3o do HIV\/Aids<\/strong>. Os autores apresentam as disciplinas as quais fizeram parte, elucidando como os processos de sa\u00fade afetam a sociedade e como tais ideologias pol\u00edticas s\u00e3o capazes de oprimir e silenciar, impedindo-os de exercerem seus direitos como cidad\u00e3os. Ao fim de todo o processo de discuss\u00e3o social, iniciaram a discuss\u00e3o acerca da biomedicaliza\u00e7\u00e3o do HIV\/Aids. No semin\u00e1rio, em mesas redondas, foi problematizada a quest\u00e3o de se focar apenas na biomedicaliza\u00e7\u00e3o do HIV\/Aids, &nbsp;desconsiderando diversos outros fatores, tais quais: os indiv\u00edduos, a pr\u00e1tica sexual, o psicol\u00f3gico, a conviv\u00eancia social etc., fatores estes que excluem e discriminam as pessoas e mant\u00eam estigmas pr\u00e9-induzidos com o intuito de negar a viv\u00eancia e desresponsabilizar o Estado da tutela destes cidad\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo cap\u00edtulo, <strong>Homens jovens com pr\u00e1ticas homossexuais e epidemia do HIV\/Aids: por uma re-erotiza\u00e7\u00e3o da preven\u00e7\u00e3o<\/strong>, escrito por Lu\u00eds Felipe Rios, problematiza como as campanhas de preven\u00e7\u00e3o e de tratamento est\u00e3o sendo deixadas de escanteio, tornando vulner\u00e1veis as principais pessoas que s\u00e3o afetadas por essa doen\u00e7a pela falta de informa\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis. O autor denota que tal retrocesso nos projetos de campanha voltados para HSH (Homem que faz Sexo com Homem) se d\u00e1 por conta do projeto pol\u00edtico de conservadorismo social acerca do tema sobre sexualidade e g\u00eanero que vem se instaurando no pa\u00eds &#8211; 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s de pesquisas, ele evidencia o aumento do n\u00famero de casos, apontando as regi\u00f5es Norte e Nordeste como as mais afetadas e as que menos possuem projetos de interven\u00e7\u00e3o de combate \u00e0 epidemia. Lu\u00eds Felipe apresenta tamb\u00e9m tr\u00eas aspectos relevantes ao se pensar na sexualidade masculina, o primeiro consiste na idade que determina hierarquias de pr\u00e1ticas sexuais, o segundo seriam as posi\u00e7\u00f5es sexuais que generalizam a comunidade e perpassam percep\u00e7\u00f5es de mundo, atravessando tamb\u00e9m quest\u00f5es de performance, ra\u00e7a, estilo etc., e por fim, aborda os territ\u00f3rios da sexualidade e aponta locais onde essa comunidade se encontra, sejam elas presenciais ou on-line<em>,<\/em> elucidando as pr\u00e1ticas e como o sistema de preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o funcionam.<\/p>\n\n\n\n<p>Partindo para o fim do cap\u00edtulo, tendo em vista a discuss\u00e3o apresentada, o autor discute acerca de como a Aids \u00e9 vista nesses locais de maneira preconceituosa, considerando que, segundo ele, o maior n\u00famero de casos se apresenta entre os HSH. O autor problematiza a falta de investimento na preven\u00e7\u00e3o do HIV\/Aids, em contraponto \u00e0s intensas abordagens nos m\u00e9todos de tratamento da doen\u00e7a. Claramente, um n\u00e3o elimina o outro, por\u00e9m, conforme indicado no cap\u00edtulo, assim como as campanhas de tratamento s\u00e3o divulgadas, as de preven\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deveriam, considerando \u201cas especificidades socioculturais da constru\u00e7\u00e3o da sexualidade na interface com as categorias et\u00e1rias e as sociabilidades produzidas nos contextos de intera\u00e7\u00e3o de homens com pr\u00e1ticas homossexuais\u201d (p. 46).<\/p>\n\n\n\n<p>O terceiro cap\u00edtulo, <strong>Aconselhamento nos CTA: uma an\u00e1lise do <em>habitus profissional <\/em>e da invisibilidade da preven\u00e7\u00e3o baseada na \u2018emo\u00e7\u00e3o e na comunica\u00e7\u00e3o\u2019<\/strong>, escrito pelas pesquisadoras Claudia Mora e Simone Monteiro, acompanha um CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) no Estado do Rio de Janeiro e discute como as campanhas de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o afetadas pelo conservadorismo social. Ao fazerem a abordagem de um panorama hist\u00f3rico, as autoras discorrem sobre como se deu a evolu\u00e7\u00e3o das ONG\u2019s para os CTAs e denunciam as pr\u00e1ticas que apenas elucidam o saber, ao inv\u00e9s de o saber-fazer, ou seja, apenas a conscientiza\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, n\u00e3o enfatizando a pr\u00e1tica da preven\u00e7\u00e3o. Elas apresentam tamb\u00e9m acerca da forma\u00e7\u00e3o desse orientador, pois deve-se levar em conta diversos fatores no processo de atendimento de pessoas com HIV\/Aids ou HSH, exemplificando alguns atributos: escuta ativa; conhecimento atualizado acerca de IST; e respeitar e entender o cliente em sua diversidade. As autoras endossam que esse preparo e essa resposta ao paciente \u00e9 importante, pois suas primeiras rea\u00e7\u00f5es quanto ao cont\u00e1gio ou n\u00e3o, dependem de como foi sua recep\u00e7\u00e3o ao fazer o teste r\u00e1pido.<\/p>\n\n\n\n<p>O quarto cap\u00edtulo, <strong>Sa\u00fade p\u00fablica, psicologia e HIV\/Aids<\/strong>, escrito por Jenny Milner Moskovics, discute como a psicologia \u00e9 essencial no tratamento do paciente com HIV\/Aids, tendo que passar do simples aconselhamento e abordar uma psicologia social e da sa\u00fade, pois n\u00e3o \u00e9 eficaz apenas testar e medicar, \u00e9 necess\u00e1rio ir al\u00e9m do consult\u00f3rio e cuidar. A autora salienta essa necessidade da humaniza\u00e7\u00e3o dos pacientes, tanto os que testaram positivo quanto os outros diversos casos que aparecem nos consult\u00f3rios, pois apesar de parecer o b\u00e1sico, ela comenta como os pacientes s\u00e3o tratados com preconceito e estigma, excluindo-os dos direitos b\u00e1sicos, marginalizando-os e ignorando suas exist\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<p>O quinto cap\u00edtulo e \u00faltimo cap\u00edtulo do livro, <strong>Medicaliza\u00e7\u00e3o e conservadorismo: amea\u00e7as ao debate sobre sa\u00fade, sexualidade e g\u00eanero na educa\u00e7\u00e3o brasileira<\/strong>, escrito por Kalline Russo, Kelly Russo e Kenneth Rochel Camargo Jr, analisa como o processo de educa\u00e7\u00e3o sexual na escola tem sido afetado por governos conservadores, deixando as crian\u00e7as e adolescentes expostos a diversos riscos por falta de conhecimento. Os autores apresentam dados que apontam o crescimento dos casos de gravidez na adolesc\u00eancia, os casos de adolescentes com IST\u2019s por conta de pol\u00edticas p\u00fablicas que, ao inv\u00e9s de melhorarem as viv\u00eancias, acabam por prejudicar todo o coletivo.<\/p>\n\n\n\n<p>As autoras dividem o cap\u00edtulo em tr\u00eas partes: <em>Programa sa\u00fade e preven\u00e7\u00e3o nas escolas: professores, estudantes e familiares opinam sobre a perspectiva de direitos<\/em> discute como o SPE (Sa\u00fade e Preven\u00e7\u00e3o nas Escolas) aborda apenas quest\u00f5es sup\u00e9rfluas e que \u00e9 necess\u00e1rio uma atualiza\u00e7\u00e3o, considerando o contexto e a diversidade sexual e de g\u00eanero do Brasil atual. Conforme pontuado por elas, o conservadorismo exp\u00f5e a popula\u00e7\u00e3o ao perigo da desinforma\u00e7\u00e3o, deixando-a desprotegida quanto a consci\u00eancia de preven\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e combate \u00e0 viol\u00eancia. <em>Avan\u00e7o da medicaliza\u00e7\u00e3o na preven\u00e7\u00e3o e espa\u00e7os reduzidos para o debate sobre a sexualidade: mudan\u00e7a nas pol\u00edticas p\u00fablicas <\/em>apresenta como o ultraconservadorismo e o neoliberalismo que vem dominando as redes p\u00fablicas prejudicam os processos de combate e de acesso ao tratamento, elitizando o tratamento e discriminando uma parte da sociedade; e <em>Movimento escola sem partido: controle e censura ao debate sobre sexualidade, g\u00eanero e direitos na educa\u00e7\u00e3o <\/em>denuncia como o movimento Escola Sem Partido, de cunho neoliberal e ultraconservador, deixa crian\u00e7as e adolescentes desprotegidos acarretando em adultos poucos cr\u00edticos e sem o devido preparo para lidar com determinadas quest\u00f5es, tais quais, o HIV\/Aids. Elas explicitam que tal movimento \u00e9 antidemocr\u00e1tico, tendencioso e prejudicial, pois nega aos cidad\u00e3os o conhecimento social e perpetua discursos homof\u00f3bicos, mis\u00f3ginos, transf\u00f3bicos, racistas etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Percebe-se neste texto como o Estado negligencia diversas causas importantes e transfere o seu dever de, al\u00e9m de combater a discrimina\u00e7\u00e3o seja ela qual for, promover o bem de todos os cidad\u00e3os, conforme diz a Constitui\u00e7\u00e3o para o indiv\u00edduo marginalizado, sem acesso e sem condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia. \u00c9 necess\u00e1rio refletir tais tem\u00e1ticas e problematizar certos discursos para n\u00e3o se tornar c\u00famplice de uma execu\u00e7\u00e3o p\u00fablica, pois conforme exposto na obra:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso enfrentar o moralismo sexual, que nos \u00faltimos anos ganhou f\u00f4lego e se espalhou pela sociedade brasileira. A preven\u00e7\u00e3o do HIV\/aids exige uma conversa aberta sobre sexo. N\u00e3o h\u00e1 como fazer preven\u00e7\u00e3o sobre uma doen\u00e7a que se propaga sexualmente sem abordar os contextos, os desejos e as pr\u00e1ticas sexuais que efetivamente acontecem (p. 48).<\/p>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ueaeditora\/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/UEAeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ueaeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a>!<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita,&nbsp;<a href=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/1174\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acesse aqui<\/a>!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 necess\u00e1ria a conscientiza\u00e7\u00e3o e o combate aos estigmas, preconceitos e desinforma\u00e7\u00e3o que circundam a AIDS, portanto, a Editora UEA, no m\u00eas de dezembro, recomenda o livro: HIV\/AIDS, G\u00eanero e Sexualidade: pol\u00edticas e 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