{"id":712,"date":"2023-11-28T13:23:54","date_gmt":"2023-11-28T17:23:54","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=712"},"modified":"2023-11-30T08:15:05","modified_gmt":"2023-11-30T12:15:05","slug":"um-olhar-pela-historia-da-cultura-afro-no-norte-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=712","title":{"rendered":"<strong>Um olhar pela hist\u00f3ria da cultura afro no Norte do Brasil<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<p>Em alus\u00e3o ao Dia da Consci\u00eancia Negra, a Editora UEA traz como livro do m\u00eas <a href=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/3726\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/3726\">\u00c1fricas, Escravid\u00e3o e Liberdade<\/a>, organizado por Julio Claudio da Silva e Jo\u00e3o Marinho da Rocha. Abrindo espa\u00e7o para estudos sobre \u00c1frica e Afro-Amazonas, o livro trata das presen\u00e7as negras e africanas em sua diversidade na Amaz\u00f4nia indo de embate ao discurso de que n\u00e3o existe\/existiu presen\u00e7a negra na regi\u00e3o Norte do pa\u00eds, potencializando, com isso, narrativas, mem\u00f3rias, saberes e patrim\u00f4nios compartilhados por muitas gera\u00e7\u00f5es de quilombolas at\u00e9 os dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>A obra inicia com um artigo que analisa criticamente as representa\u00e7\u00f5es euroc\u00eantricas do continente africano em hq\u2019s, utilizando como corpus as revistas <em>Fantasma<\/em>, <em>Tintim<\/em> e <em>Soldado Desconhecido<\/em>. Intitulado \u201c\u00c1frica e hist\u00f3rias em quadrinhos\u201d e escrito por Ivaldo Marciano de Fran\u00e7a Lima, este cap\u00edtulo oferece uma reflex\u00e3o inquietante sobre como as hist\u00f3rias em quadrinhos, especialmente direcionadas ao p\u00fablico infantojuvenil, contribu\u00edram para o surgimento de diversos estere\u00f3tipos racistas sobre a \u00c1frica e seus habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>O autor sustenta a ideia de que n\u00e3o existem representa\u00e7\u00f5es desprovidas de ideologias ou posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas: \u201cEntender as representa\u00e7\u00f5es existentes inseridas, neste sentido, contribuir\u00e1 para que compreendamos algumas das formas que popularizaram o continente africano como ex\u00f3tico, selvagem e primitivo\u201d (SILVA; ROCHA, 2022, p. 15). Ele conclui o cap\u00edtulo refletindo como estas representa\u00e7\u00f5es estereotipadas sobre a \u00c1frica n\u00e3o teriam uma grande influ\u00eancia no imagin\u00e1rio popular, levando-os a determinadas ideias de mundo estabelecidas por um grupo que inferioriza pessoas para que se mantenha o poder arbitr\u00e1rio, sendo estas HQ\u2019s apenas uma pequena amostra desse pensamento coletivo preconceituoso produzido em massa?<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, no cap\u00edtulo escrito por Patricia Teixeira Santos, intitulado \u201cPerspectivas dos discursos antiescravistas mission\u00e1rios, no contexto colonial: um olhar sobre as reflex\u00f5es e experi\u00eancias de Daniele Comboni e Charles Martial Lavigerie (1871 a 1914)\u201d, \u00e9 destacado o per\u00edodo de coloniza\u00e7\u00e3o na \u00c1frica Central do s\u00e9culo XIX, em que se acreditava que as a\u00e7\u00f5es mission\u00e1rias no Sud\u00e3o, por meio da catequiza\u00e7\u00e3o e controle dos momentos livres dos escravizados, mediante disciplina de seus corpos, se garantiria a reden\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, a autora aborda que o poder regente, o meio cultural e familiar, como tamb\u00e9m as confrarias sufis e autoridades otomanas e eg\u00edpcias, impunham limites a esse proselitismo crist\u00e3o (SILVA; ROCHA, 2022).<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o da col\u00f4nia de Malbes, as col\u00f4nias no Egito e as miss\u00f5es no Sud\u00e3o permitiram maior abertura para a intera\u00e7\u00e3o dos mission\u00e1rios com a administra\u00e7\u00e3o colonial, contribuindo para a hierarquiza\u00e7\u00e3o social e a ordena\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es. A autora conclui que a hist\u00f3ria das miss\u00f5es cat\u00f3licas na \u00c1frica Central durante o per\u00edodo colonial \u00e9 uma tem\u00e1tica importante e pouco explorada, que pode contribuir para a compreens\u00e3o dos cotidianos coloniais e da constru\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas nos contextos p\u00f3s-coloniais na \u00c1frica Central.<\/p>\n\n\n\n<p>A se\u00e7\u00e3o subsequente, &#8220;Escravos, libertos e livres nos processos judiciais da prov\u00edncia do Amazonas&#8221;, de Keith Barbosa e James Roberto Silva, direciona o leitor para o contexto jur\u00eddico da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, analisando documentos hist\u00f3ricos do judici\u00e1rio local. Este cap\u00edtulo fala principalmente sobre a potencialidade de pesquisa nos processos judiciais, revelando as experi\u00eancias de escravos, libertos e livres na Amaz\u00f4nia durante a segunda metade do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p>Keith Barbosa e James Roberto destacam a amplia\u00e7\u00e3o do debate acad\u00eamico sobre a escravid\u00e3o e o p\u00f3s-emancipa\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, ressaltando a import\u00e2ncia de recompor os complexos cen\u00e1rios de rela\u00e7\u00f5es sociais, espa\u00e7os pol\u00edticos e culturais. Eles apresentam o invent\u00e1rio dos processos judiciais do Tribunal de Justi\u00e7a do Amazonas, oferecendo uma amostra do comportamento da sociedade e da institui\u00e7\u00e3o judici\u00e1ria amazonense ao longo do s\u00e9culo XIX.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, falam sobre a disponibilidade de fontes para pesquisa, incluindo casos relativos a quest\u00f5es comerciais, criminais, casamentos, patentes, escravos, entre outros. Os autores tamb\u00e9m ressaltam a import\u00e2ncia das narrativas e mem\u00f3rias sobre as experi\u00eancias hist\u00f3ricas da popula\u00e7\u00e3o negra no Amazonas, oferecendo novas categorias anal\u00edticas e propostas inovadoras de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A parte central do livro, intitulada &#8220;Olhares sobre Estudos Quilombolas&#8221;, atravessa as comunidades quilombolas, explorando diversos aspectos de suas hist\u00f3rias e experi\u00eancias. Os cap\u00edtulos subsequentes apresentam diversas an\u00e1lises do imagin\u00e1rio das \u00e1guas e o processo de territorializa\u00e7\u00e3o em Oriximin\u00e1, mem\u00f3rias negras no rio Andir\u00e1, a exist\u00eancia de mocambos no Amazonas, processos comunicacionais em comunidades quilombolas de Oriximin\u00e1, protagonismos quilombolas no rio Andir\u00e1, intersec\u00e7\u00f5es de g\u00eanero na Marujada de S\u00e3o Benedito e a hist\u00f3ria e mem\u00f3ria do n\u00facleo quilombola &#8220;S\u00e3o Paulo do A\u00e7\u00fa&#8221;. Cada cap\u00edtulo destaca diferentes aspectos das lutas, resist\u00eancias e identidades dessas comunidades ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, no cap\u00edtulo \u201cDas Mem\u00f3rias Negras na Amaz\u00f4nia\u201d, Julio Claudio da Silva e Jo\u00e3o Marinho da Rocha abordam a utiliza\u00e7\u00e3o da metodologia da Hist\u00f3ria Oral e das Mem\u00f3rias Negras no Baixo Amazonas, com o objetivo de romper com a imagem cristalizada nos registros produzidos por agentes sociais externos \u00e0 regi\u00e3o e recuperar a hist\u00f3ria de comunidades negras rurais e quilombolas. Por exemplo, o contato entre negros e ind\u00edgenas:<\/p>\n\n\n\n<p>Esses negros buscavam nos contatos com os povos ind\u00edgenas as sa\u00eddas para constru\u00e7\u00e3o de seus m\u00faltiplos espa\u00e7os de liberdades e identidades, amocambando-se em lagos distantes ou acima das cachoeiras. A presen\u00e7a de \u00edndios amocambados junto aos negros fugidos aparece, com frequ\u00eancia, em relat\u00f3rios de chefes das prov\u00edncias Par\u00e1 e Amazonas do final do s\u00e9culo XIX, formando \u201ccomunidades inter\u00e9tnicas\u201d [&#8230;] (SILVA; ROCHA, 2022, p. 99).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as an\u00e1lises dos estudos das narrativas orais dos sujeitos de Santa Tereza sobre processos identit\u00e1rios nos conduzem para as leituras da Hist\u00f3ria da escravid\u00e3o no Baixo Amazonas, a partir das comunidades negras do Rio Andir\u00e1. Os autores tamb\u00e9m mencionam a import\u00e2ncia de analisar a presen\u00e7a negra na Amaz\u00f4nia n\u00e3o apenas pelo vi\u00e9s da quantidade num\u00e9rica, mas tamb\u00e9m pelos m\u00faltiplos significados de sua presen\u00e7a e como ela se articulou aos espa\u00e7os e mundo amaz\u00f4nicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O livro conclui com uma an\u00e1lise complexa, intitulada \u201cA presen\u00e7a negra no Boi-Bumb\u00e1 de Parintins\u201d, escrita por Deilson do Carmo Trindade. Neste cap\u00edtulo, o autor destaca a import\u00e2ncia de reconhecer a contribui\u00e7\u00e3o e a resist\u00eancia das comunidades negras no contexto do Festival Folcl\u00f3rico. Ele conta a origem do boi-bumb\u00e1 no Amazonas, que remonta a 1859, quando foi apresentado como uma dan\u00e7a de negros em homenagem a S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo. As figuras de Pai Francisco e M\u00e3e Catirina, embora obrigat\u00f3rias, passam quase despercebidas, e o negro, que introduziu o boi-bumb\u00e1, \u00e9 silenciado \u00e0 medida que o folguedo ganha nova conota\u00e7\u00e3o, como explica o autor no trecho:<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, segundo Nogueira (2006), quando se trata de indiv\u00edduos negros, por mais escuro que seja o tom de sua pele, \u00e9 prefer\u00edvel que haja uma acomoda\u00e7\u00e3o em express\u00f5es euf\u00eamicas como moreno ou morena. Portanto, acreditamos que a morena bela cantada nos versos das primeiras toadas de boi-bumb\u00e1 em Parintins \u00e9 negra, foi acomodada ao termo e, como consequ\u00eancia, teve sua invisibilidade acentuada (SILVA; ROCHA, 2022, p. 235).<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, &#8220;\u00c1fricas, Escravid\u00e3o e Liberdade&#8221; n\u00e3o apenas preenche uma lacuna na historiografia regional, mas tamb\u00e9m oferece uma contribui\u00e7\u00e3o importante para a compreens\u00e3o das complexidades hist\u00f3ricas e culturais das presen\u00e7as negras na Amaz\u00f4nia. A abordagem diversificada e as an\u00e1lises cuidadosas dos diferentes cap\u00edtulos organizados por Julio Claudio e Jo\u00e3o Marinho proporcionam ao leitor uma vis\u00e3o abrangente e esclarecedora sobre a rica hist\u00f3ria dessas comunidades presentes na regi\u00e3o Norte at\u00e9 os dias atuais. Al\u00e9m disso, a obra responde aos desafios na escrita da hist\u00f3ria dessas comunidades negras, destacando suas estrat\u00e9gias de luta e resist\u00eancia, contribuindo para uma hist\u00f3ria mais justa dessas popula\u00e7\u00f5es, que, at\u00e9 ent\u00e3o, foram ignoradas na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso Instagram, Twitter e Facebook!<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita, acesse aqui!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em alus\u00e3o ao Dia da Consci\u00eancia Negra, a Editora UEA traz como livro do m\u00eas \u00c1fricas, Escravid\u00e3o e Liberdade, organizado por Julio Claudio da Silva e Jo\u00e3o Marinho da Rocha. Abrindo espa\u00e7o para estudos sobre \u00c1frica e Afro-Amazonas, o livro trata das presen\u00e7as negras e africanas em sua diversidade na Amaz\u00f4nia indo de embate ao [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":716,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[183],"tags":[198,201,209,200],"aioseo_notices":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_.png",1000,750,false],"thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-150x150.png",150,150,true],"medium":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-300x225.png",300,225,true],"medium_large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-768x576.png",768,576,true],"large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_.png",800,600,false],"1536x1536":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_.png",1000,750,false],"2048x2048":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_.png",1000,750,false],"codesigner-thumb":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-400x400.png",400,400,true],"woocommerce_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-200x296.png",200,296,true],"woocommerce_single":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-200x150.png",200,150,true],"woocommerce_gallery_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/capa-do-blog-africa-e-liberdade_-100x100.png",100,100,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"Lucas Ramos","author_link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=7"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em alus\u00e3o ao Dia da Consci\u00eancia Negra, a Editora UEA traz como livro do m\u00eas \u00c1fricas, Escravid\u00e3o e Liberdade, organizado por Julio Claudio da Silva e Jo\u00e3o Marinho da Rocha. Abrindo espa\u00e7o para estudos sobre \u00c1frica e Afro-Amazonas, o livro trata das presen\u00e7as negras e africanas em sua diversidade na Amaz\u00f4nia indo de embate ao&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/712"}],"collection":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=712"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/712\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":714,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/712\/revisions\/714"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/716"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=712"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=712"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=712"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}