{"id":2376,"date":"2026-03-25T13:56:04","date_gmt":"2026-03-25T17:56:04","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2376"},"modified":"2026-03-25T13:56:10","modified_gmt":"2026-03-25T17:56:10","slug":"nada-por-nos-sem-nos-pessoas-com-deficiencia-ganham-voz-atraves-de-livro-sobre-diretrizes-para-a-acessibilidade-no-turismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2376","title":{"rendered":"\u201cNada por n\u00f3s, sem n\u00f3s!\u201d: pessoas com defici\u00eancia ganham voz atrav\u00e9s de livro sobre diretrizes para a acessibilidade no turismo"},"content":{"rendered":"\n<p>Falar sobre acessibilidade \u00e9 entender que a pessoa com defici\u00eancia possui direito \u00e0 igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e que esse direito se estende a todas as esferas da vida em sociedade, incluindo o acesso ao lazer e ao turismo. Pensando nisso, a Editora UEA seleciona para o m\u00eas de mar\u00e7o o livro \u201cTurismo com acessibilidade: perfil do turista com defici\u00eancia e diretrizes para promo\u00e7\u00e3o da acessibilidade<em>\u201d<\/em>, publicado em 2025 por Marklea Ferst. Dividida em seis cap\u00edtulos principais, a obra se prop\u00f5e a definir normas e procedimentos necess\u00e1rios \u00e0 acessibilidade para que sejam aplicadas em toda sorte de locais e eventos tur\u00edsticos, al\u00e9m de estabelecer o perfil do turista com defici\u00eancia, a fim de que tais procedimentos sejam devidamente aplicados.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Direitos humanos e acessibilidade ao turista com defici\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro cap\u00edtulo articula, a partir de artigos presentes na Declara\u00e7\u00e3o Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948), a seguinte ideia: uma vez que todos t\u00eam direito ao repouso e ao lazer \u2014 portanto, ao Turismo \u2014, e sabendo que um dos pressupostos essenciais dos direitos humanos \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da discrimina\u00e7\u00e3o para que aumente a igualdade, pode-se concluir que todos t\u00eam direito \u00e0 acessibilidade no Turismo. Al\u00e9m disso, o cap\u00edtulo tamb\u00e9m estabelece o tom presente na obra, marcado por men\u00e7\u00f5es a legisla\u00e7\u00e3o e \u00e0 linguagem t\u00e9cnica, com a presen\u00e7a de tabelas que sintetizam os conceitos desenvolvidos ao longo do cap\u00edtulo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:18px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Entendendo a defici\u00eancia e o turista com defici\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o segundo cap\u00edtulo da obra apresenta conceitos importantes e insere o leitor no contexto ao qual a acessibilidade deve ser implementada. De acordo com o conjunto de ideias compiladas pela autora nesta parte do livro, defici\u00eancia n\u00e3o \u00e9, como antes se acreditava, a mera limita\u00e7\u00e3o oriunda das caracter\u00edsticas de um indiv\u00edduo, mas a associa\u00e7\u00e3o dessas caracter\u00edsticas \u00e0s barreiras presentes no ambiente. Nesse sentido, o ambiente deve mudar para receber pessoas com defici\u00eancia, e n\u00e3o o contr\u00e1rio, conforme descrito no trecho a seguir.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>Desta conceitua\u00e7\u00e3o se extrai o conceito biopsicossocial da defici\u00eancia, ou seja, \u00e9 a incapacidade aliada com as diversas barreiras que geram a defici\u00eancia. Desta feita, a atividade tur\u00edstica precisa se adaptar e promover as altera\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o atendimento das necessidades da pessoa com defici\u00eancia proporcionando que ela usufrua \u2013 em igualdade de condi\u00e7\u00f5es com as demais pessoas, com autonomia e seguran\u00e7a \u2013 dos servi\u00e7os prestados e produtos ofertados (p. 30).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<div style=\"height:24px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o cap\u00edtulo faz men\u00e7\u00e3o a temas importantes como o design inclusivo, as diferen\u00e7as e semelhan\u00e7as entre a pessoa com defici\u00eancia e a pessoa com mobilidade reduzida e o impacto do turismo acess\u00edvel na economia (quanto menos barreiras, maior a acessibilidade; e quanto maior for a acessibilidade, maior ser\u00e1 o desenvolvimento do setor tur\u00edstico, assim como a sua vantagem competitiva no mercado). Por fim, a autora finaliza o cap\u00edtulo com uma tabela, que re\u00fane as principais barreiras impeditivas \u00e0 acessibilidade e suas caracter\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:18px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O cap\u00edtulo tr\u00eas, por sua vez, se dedica a registrar em detalhes o processo de uma pesquisa realizada pelo Minist\u00e9rio do Turismo em parceria com a UNESCO, coordenada pela autora. Dividida em duas etapas, a pesquisa teve como objetivo \u201cescutar os sentimentos subjetivos do p\u00fablico\u201d de turistas com defici\u00eancia e, a partir disso, formular diretrizes para a esfera tur\u00edstica brasileira, a fim de suprir as necessidades desse grupo. A primeira etapa da pesquisa, de natureza quantitativa, recolheu as experi\u00eancias da popula\u00e7\u00e3o delimitada (grupo de turistas com defici\u00eancia e turistas com mobilidade reduzida) atrav\u00e9s de um question\u00e1rio on-line, divulgado nas redes sociais. A segunda etapa, de natureza qualitativa, contactou via e-mail a popula\u00e7\u00e3o participante da pesquisa, dividiu-a em grupos focais e realizou reuni\u00f5es no Google Meet para discutir os crit\u00e9rios necess\u00e1rios na oferta de produtos e servi\u00e7os tur\u00edsticos acess\u00edveis a cada grupo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:22px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Perfil do turista com defici\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O quarto cap\u00edtulo fortalece as informa\u00e7\u00f5es discutidas no anterior atrav\u00e9s de tabelas e gr\u00e1ficos, analisando dados estat\u00edsticos oriundos da pesquisa. Tais materiais cosideram as respostas obtidas pelos participantes, observam fatores como regi\u00e3o, g\u00eanero, idade e renda, e comparam estat\u00edsticas que explicam qual \u00e9 o impacto da acessibilidade na escolha de um atrativo tur\u00edstico por pessoas com defici\u00eancia. O fechamento desse cap\u00edtulo se d\u00e1 atrav\u00e9s de depoimentos reais contendo a opini\u00e3o e a experi\u00eancia de pessoas com defici\u00eancia em locais e eventos tur\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:22px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Discrimina\u00e7\u00e3o na atividade tur\u00edstica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O pen\u00faltimo cap\u00edtulo da obra vale-se de um tom cr\u00edtico e denunciativo, trazendo \u00e0 tona os problemas presentes na realidade cotidiana de pessoas com defici\u00eancia, os quais se estendem at\u00e9 as viv\u00eancias tur\u00edsticas. O primeiro conceito apresentado pela obra \u00e9 o capacitismo, que tem afetado experi\u00eancias de muitos turistas, lan\u00e7ando-lhes sobre uma situa\u00e7\u00e3o de isolamento e relativa perda de sua humanidade.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:10px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>Entende-se por capacitismo qualquer diferencia\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o ou restri\u00e7\u00e3o baseada em defici\u00eancia, com o prop\u00f3sito ou o efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exerc\u00edcio, pelas pessoas com defici\u00eancia, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos \u00e2mbitos pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social, cultural, civil ou qualquer outro, nos termos do Artigo 2 da Conven\u00e7\u00e3o Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Defici\u00eancia, promulgada pelo Decreto n\u00ba 6.949, de 25 de agosto de 2009 (p. 65).<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<div style=\"height:11px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Com isso, somos introduzidos a quatro tipos de capacitismo classificados pela autora: passivo (n\u00e3o intencional, motivado pela ignor\u00e2ncia), ativo (quando as necessidades do indiv\u00edduo s\u00e3o intencionalmente ignoradas), recreativo (piadas e zombaria) e lingu\u00edstico (frases capacitistas). Em seguida, o discurso segue para delatar a realidade, afirmando, dentre outras coisas, que as leis asseguradas no tocante \u00e0 acessibilidade dificilmente s\u00e3o implementadas efetivamente. Por fim, o cap\u00edtulo se encerra com solu\u00e7\u00f5es hipot\u00e9ticas para os problemas antes mencionados: o desenvolvimento de um design universal, investimento em pol\u00edticas p\u00fablicas e o aumento da fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Crit\u00e9rios de caracteriza\u00e7\u00e3o da acessibilidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O sexto e \u00faltimo cap\u00edtulo revisa todas as leis e conceitos visitados nos anteriores e finaliza a obra definindo os crit\u00e9rios para a caracteriza\u00e7\u00e3o de produtos e servi\u00e7os tur\u00edsticos acess\u00edveis. Os crit\u00e9rios de acessibilidade classificam-se em dois: orienta\u00e7\u00f5es gerais e espec\u00edficas. A autora resumiu o primeiro crit\u00e9rio em um quadro de diretrizes gerais, no qual destacam-se pontos como a garantia de banheiros adaptados, estacionamento reservado e o acesso a c\u00e3o guia ou animal de suporte emocional. J\u00e1 o segundo crit\u00e9rio \u00e9 desenvolvido no cap\u00edtulo por meio de quatro tabelas, que estipulam diretrizes espec\u00edficas para garantir acessibilidade a tipos espec\u00edficos de pessoas com defici\u00eancia (nesse caso, defici\u00eancia f\u00edsica, visual, auditiva e intelectual\/autistas), em diferentes esferas do turismo, de estabelecimentos de alimenta\u00e7\u00e3o a meios de hospedagem.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:34px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em conclus\u00e3o, uma vez que \u00e9 imprescind\u00edvel que o direito \u00e0 acessibilidade no turismo seja plenamente assegurado e implementado, o livro \u201cTurismo com acessibilidade: perfil do turista com defici\u00eancia e diretrizes para promo\u00e7\u00e3o da acessibilidade<em>\u201d <\/em>\u00e9 uma op\u00e7\u00e3o interessante para todos os tipos de estabelecimentos e empreendimentos tur\u00edsticos que precisem tomar conhecimento das diretrizes de acessibilidades contempladas por lei no territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:37px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso Instagram, Twitter e Facebook!<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita, acesse aqui!<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falar sobre acessibilidade \u00e9 entender que a pessoa com defici\u00eancia possui direito \u00e0 igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e que esse direito se estende a todas as esferas da vida em sociedade, incluindo o acesso ao lazer e ao turismo. 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