{"id":2242,"date":"2025-09-25T10:00:00","date_gmt":"2025-09-25T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2242"},"modified":"2025-09-24T14:00:37","modified_gmt":"2025-09-24T18:00:37","slug":"do-inferno-verde-ao-novo-el-dorado-interpretacoes-arqueologicas-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2242","title":{"rendered":"Do \u201cinferno verde\u201d ao \u201cnovo El Dorado\u201d: interpreta\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p>Em celebra\u00e7\u00e3o ao Dia da Amaz\u00f4nia, 5 de setembro, a Editora UEA seleciona como livro do m\u00eas a obra <em>O mundo-texto arqueol\u00f3gico amaz\u00f4nico:<\/em> <em>do inferno verde ao novo el dorado<\/em>, publicada em 2021 por Tatiana Pedrosa. A obra, dividida em duas partes \u2014 <em>Um pouco da hist\u00f3ria e da historiografia de nossas imagens<\/em> e <em>A constru\u00e7\u00e3o de duas imagens para a arqueologia Amaz\u00f4nica<\/em> \u2014, prop\u00f5e reflex\u00f5es sobre as imagens e teorias que marcaram a arqueologia amaz\u00f4nica, revisitadas a partir das contribui\u00e7\u00f5es de diferentes gera\u00e7\u00f5es de pesquisadoras. Ao longo do texto, a autora realiza um exerc\u00edcio retrospectivo da historiografia arqueol\u00f3gica, discutindo quest\u00f5es epistemol\u00f3gicas fundamentais para compreender o \u201cfazer arqueologia\u201d na regi\u00e3o, especialmente no que tange \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre meio ambiente, cultura e historicidade. Mais do que comparar diferentes hip\u00f3teses, Pedrosa revela como tais leituras refletem disputas epistemol\u00f3gicas e a necessidade de revis\u00f5es cr\u00edticas constantes.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Parte I \u2013 Um pouco da hist\u00f3ria e da historiografia de nossas imagens<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O livro inicia com o cap\u00edtulo \u201cDo Evolucionismo ao Neoevolucionismo: as fardas te\u00f3ricas\u201d, no qual se discute a import\u00e2ncia das teorias como base indispens\u00e1vel para o \u201cfazer arqueologia\u201d, especialmente na Amaz\u00f4nia, onde os discursos oscilaram entre imagens de \u201cInferno Verde\u201d e \u201cEl Dorado\u201d. O texto ressalta que \u201c\u00e9 fundamental a leitura de uma Arqueologia Amaz\u00f4nica atrav\u00e9s das lentes que elas usaram na sedimenta\u00e7\u00e3o de seus trabalhos\u201d (Pedrosa, 2021, p. 21), destacando a necessidade de compreender as escolhas te\u00f3ricas que orientaram pesquisadoras como Betty Meggers, cuja obra \u00e9 analisada a partir de sua filia\u00e7\u00e3o ao Neoevolucionismo. Nesse percurso, o cap\u00edtulo revisita o Evolucionismo do s\u00e9culo XIX, diferenciando-o da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, para mostrar como essas bases conceituais influenciaram a interpreta\u00e7\u00e3o da cultura, da sociedade e do meio ambiente amaz\u00f4nicos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em seguida, o cap\u00edtulo \u201cDo Contexto ao Texto\u201d apresenta os referenciais te\u00f3ricos de Franz Boas e Leslie White como bases para entender Meggers. Boas critica o evolucionismo cultural e defende que cada cultura tem sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, marcada por contextos espec\u00edficos e n\u00e3o por leis universais. J\u00e1 White, no neoevolucionismo, prop\u00f5e a &#8220;Culturologia&#8221;, entendendo a cultura como processo acumulativo em que a tecnologia \u00e9 o motor principal, resumido em sua f\u00f3rmula E x T = C (energia x tecnologia = desenvolvimento cultural).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Posteriormente, \u201cNa trilha de uma teoria\u201d apresenta a arque\u00f3loga Anna Roosevelt e o impacto de suas pesquisas na arqueologia amaz\u00f4nica. Roosevelt construiu suas hip\u00f3teses de forma gradual, buscando evid\u00eancias materiais que confirmassem a possibilidade de desenvolvimento cultural em meio \u00e0 floresta tropical, questionando o senso comum, segundo o qual \u201cos ingredientes selva, calor e umidade [&#8230;] nunca foram considerados ideais para o desenvolvimento para o desenvolvimento de uma boa receita que pudesse auxiliar o homem a se desenvolver\u201d (Pedrosa, 2021, p. 53). Sua teoria, influenciada por Donald Lathrap, Gordon Childe e Lewis Binford, consolidou-se ao articular hip\u00f3teses com evid\u00eancias materiais, provocando impacto duradouro nas discuss\u00f5es sobre as sociedades amaz\u00f4nicas pr\u00e9-hist\u00f3ricas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Parte II \u2013 A constru\u00e7\u00e3o de duas imagens para a arqueologia amaz\u00f4nica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Dando continuidade \u00e0 reflex\u00e3o sobre as interpreta\u00e7\u00f5es da Amaz\u00f4nia, o cap\u00edtulo \u201cDos dispositivos da constru\u00e7\u00e3o das imagens&#8221; analisa como a no\u00e7\u00e3o de imagem e representa\u00e7\u00e3o se tornou central na formula\u00e7\u00e3o das teorias arqueol\u00f3gicas. A partir da ideia de que \u201cas figuras ou imagens que se tem do \u2018real\u2019 \u00e9 sempre algo a mais do que Roosevelt quer demonstrar\u201d (Pedrosa, 2021, p. 69), o texto mostra que tais imagens n\u00e3o s\u00e3o meros reflexos da realidade, mas discursos que circulam socialmente e moldam concep\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e cient\u00edficas. &nbsp;Nesse sentido, a arqueologia aparece como pr\u00e1tica que, ao mesmo tempo, lida com vest\u00edgios materiais e produz narrativas e mem\u00f3rias, equilibrando abstra\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia concreta. Isso explica porque a Amaz\u00f4nia foi representada, ao longo do tempo, ora como \u201cInferno Verde\u201d, ora como \u201cEldorado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>&nbsp;Dentro desse debate, a contraposi\u00e7\u00e3o entre Betty Meggers e Anna Roosevelt ganha destaque. Enquanto Meggers sustentava hip\u00f3teses ambientalistas que limitavam a diversidade cultural amaz\u00f4nica, Roosevelt, a partir dos anos 1980, prop\u00f4s que a regi\u00e3o seria um espa\u00e7o f\u00e9rtil para sociedades complexas. Suas pesquisas em Pedra Pintada e Maraj\u00f3 forneceram evid\u00eancias de longa dura\u00e7\u00e3o, estratifica\u00e7\u00e3o social e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, questionando os modelos deterministas. Como afirma Roosevelt, suas descobertas revelaram um \u201cquadro rico e complexo da Amaz\u00f4nia pr\u00e9-hist\u00f3rica\u201d que \u201ccontradiz antigos pontos de vista baseados na ideia da pobreza ambiental\u201d (Roosevelt, 1992, p. 34 <em>apud<\/em> Pedrosa, 2021, p. 92). Assim, mais do que disputar teorias, o cap\u00edtulo evidencia como as diferentes imagens da Amaz\u00f4nia refletem disputas epistemol\u00f3gicas que marcaram a arqueologia brasileira.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em \u201cO mundo-texto arqueol\u00f3gico amaz\u00f4nico\u201d \u00e9 discutido como a Arqueologia Amaz\u00f4nica se constr\u00f3i por meio de narrativas, em que vest\u00edgios materiais s\u00f3 ganham sentido quando transformados em discurso. Nesse processo, destacam-se duas tradi\u00e7\u00f5es centrais: a de Betty Meggers, que via a floresta como um \u201cfalso para\u00edso\u201d limitador das sociedades, e a de Anna Roosevelt, que prop\u00f4s a exist\u00eancia de culturas complexas e inovadoras, configurando um \u201cNovo El Dorado\u201d. Ambos os modelos, embora influentes, refletem mais os contextos te\u00f3ricos de suas autoras do que uma verdade absoluta sobre o passado amaz\u00f4nico.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Pedrosa argumenta que \u00e9 necess\u00e1rio superar tanto o reducionismo ambiental quanto a idealiza\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, reconhecendo a arqueologia como um ato de mem\u00f3ria e de produ\u00e7\u00e3o de significados. Afinal, \u201cconstruir, reconstruir ou desconstruir uma mem\u00f3ria significa, antes de tudo, transformar realidades\u201d (Pedrosa, 2021, p. 113).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo final, \u201cAlgo que n\u00e3o termina nunca\u201d, \u00e9 comparado a arqueologia amaz\u00f4nica aos \u201ccausos\u201d caboclos, que nunca chegam a um fim, mostrando que o conhecimento sobre o passado da regi\u00e3o est\u00e1 sempre em constru\u00e7\u00e3o. A autora revisita as diferentes leituras da arqueologia amaz\u00f4nica \u2014 do determinismo geogr\u00e1fico aos modelos evolucionistas e difusionistas \u2014, evidenciando como tais estudos, ao tentarem explicar a complexidade regional, acabaram muitas vezes por impor narrativas externas. Pedrosa, ainda, defende a valoriza\u00e7\u00e3o da pluralidade cultural e a necessidade de manter a arqueologia em di\u00e1logo aberto.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O livro <em>O mundo-texto arqueol\u00f3gico amaz\u00f4nico: do inferno verde ao novo el dorado<\/em> constitui uma contribui\u00e7\u00e3o essencial para compreender a trajet\u00f3ria da arqueologia na Amaz\u00f4nia e as disputas te\u00f3ricas que moldaram a forma como a regi\u00e3o foi vista ao longo dos anos. Ao comparar as pesquisas de Meggers e Roosevelt, Pedrosa mostra que a arqueologia n\u00e3o trata apenas de objetos antigos, mas tamb\u00e9m das imagens e narrativas que constru\u00edmos sobre o passado.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A obra \u00e9 recomendada tanto a estudantes e pesquisadores de Arqueologia e Antropologia quanto a leitores interessados em hist\u00f3ria da ci\u00eancia e nos debates sobre a Amaz\u00f4nia. Ao mesmo tempo em que revisita teorias cl\u00e1ssicas, <em>O mundo-texto arqueol\u00f3gico amaz\u00f4nico<\/em> abre espa\u00e7o para pensar novos caminhos, reafirmando a ideia de que o conhecimento arqueol\u00f3gico \u00e9 um processo em constante constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:44px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. 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