{"id":2212,"date":"2025-07-23T13:14:19","date_gmt":"2025-07-23T17:14:19","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2212"},"modified":"2025-07-23T13:14:21","modified_gmt":"2025-07-23T17:14:21","slug":"o-boi-bumba-como-patrimonio-vivo-identidade-arte-e-resistencia-em-parintins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2212","title":{"rendered":"O Boi-Bumb\u00e1 como patrim\u00f4nio vivo: identidade, arte e resist\u00eancia em Parintins"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\">Resenhado por <em>Anna Lemos<\/em> e <em>Renata Baltazar<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:88px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Embalados pelo esp\u00edrito festivo dos meses de junho e julho, n\u00f3s da Editora UEA selecionamos o livro \u201cOs Bois-Bumb\u00e1s de Parintins: novos olhares\u201d, organizado por Diego Omar, Elizandra Garcia e Ericky Nakanome, como o Livro do M\u00eas de julho. A obra integra a cole\u00e7\u00e3o <em>Bumb\u00e1s de Parintins: nosso patrim\u00f4nio<\/em> e \u00e9 dividida em vinte cap\u00edtulos e duas se\u00e7\u00f5es sobre os organizadores e sobre os autores. Lan\u00e7ada em 2022, re\u00fane trabalhos de diversos pesquisadores sobre os bois-bumb\u00e1s Caprichoso e Garantido, trazendo uma proposta de atualizar o debate acad\u00eamico sobre os bois.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O livro inicia com um cap\u00edtulo introdut\u00f3rio intitulado \u201cNovos olhares, muitas perspectivas\u2026\u201d, em que os organizadores discorrem sobre o objetivo da obra em transmitir \u201cnovos olhares\u201d sobre os Bois de Parintins; destacam como o Festival come\u00e7a a ganhar reconhecimento nacional e internacional a partir dos anos 90, enfatizando, assim, mudan\u00e7as que ocorreram desde ent\u00e3o. Uma delas sendo o reconhecimento do Complexo Cultural do Boi-Bumb\u00e1 no M\u00e9dio Amazonas e Parintins como Patrim\u00f4nio Cultural Brasileiro, em 2018, incluindo os bois Garantido e Caprichoso como bem imaterial.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo seguinte, temos a pesquisa de Wilson Nogueira, intitulada \u201cBoi-Bumb\u00e1 de Parintins: janela para compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o mercado e culturas na Amaz\u00f4nia\u201d, em que o autor explora a perspectiva conceitual da manifesta\u00e7\u00e3o cultural\/popular do Boi-Bumb\u00e1 de Parintins. Buscando as origens da festa e a rela\u00e7\u00e3o entre bois e humanos no Brasil, o autor explicita como a dan\u00e7a do auto do boi \u00e9 \u00fanica e exclusiva do nosso pa\u00eds, sendo uma dan\u00e7a de terreiro com origens nas classes populares (Andrade, 1982 <em>apud<\/em> Nogueira, 2022). O autor aborda, ainda, sobre o potencial est\u00e9tico do espet\u00e1culo, afirmando que ele se desenvolveu de modo singular, comparado com a vers\u00e3o anterior \u00e0 do Festival e com os desfiles de Carnaval, pois nas apresenta\u00e7\u00f5es de Boi-Bumb\u00e1 de Parintins \u201c\u00e9 circular e os espectadores s\u00e3o, tamb\u00e9m, brincantes que contribuem com a vit\u00f3ria ou derrota do seu boi-bumb\u00e1\u201d (Nogueira, 2022, p. 15). Al\u00e9m de destacar o transbordamento do Festival para outros setores da vida social e regional, servindo de fundamenta\u00e7\u00e3o para trabalhos acad\u00eamicos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Adiante, temos a pesquisa de Andreas Valentin, com o nome \u201cRevisitando os contr\u00e1rios\u201d. O autor explora a rivalidade entre os bois, ressaltando a import\u00e2ncia que um tem para o outro. O fot\u00f3grafo compartilha sua afetiva hist\u00f3ria com o Festival de Parintins e com a ilha; relembra, ainda, suas obras em parcerias com ambos os bois nos anos de 1997 e 1998, exaltando a festa, a cultura e o povo parintinense. No cap\u00edtulo seguinte, intitulado \u201c\u2018Minorizar\u2019 o boi ou reconhec\u00ea-lo como brinquedo popular? Escreviv\u00eancias, hist\u00f3ria de vida e reflex\u00f5es de um torcedor\u201d, o autor Adan Ren\u00ea Pereira da Silva aborda sobre as representa\u00e7\u00f5es e representatividades do boi no tocante ao folclore brasileiro, suas ra\u00edzes afro e o seu \u201cdom\u201d de falar para todas as culturas (Silva, 2022, p. 57).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo \u201cRede colaborativa dos compositores do Boi Caprichoso: o enredo que balan\u00e7a Parintins\u201d, escrito por Danielly Oliveira Inomata e Tiago da Silva Jaca\u00edna, os autores trazem uma an\u00e1lise de toadas do Boi Caprichoso, apresentando rela\u00e7\u00f5es que as formam desde a tecedura inicial da composi\u00e7\u00e3o das letras, buscando compreend\u00ea-las a partir das representa\u00e7\u00f5es sociais e\/ou narrativas contidas nas letras. Eles partem de uma an\u00e1lise documental, montando um vocabul\u00e1rio controlado de termos utilizados nas toadas. No cap\u00edtulo seguinte, redigido por Adriano Pinto Marinho e Allan Soljen\u00edtsin Barreto Rodrigues, com o nome \u201cA representa\u00e7\u00e3o do ind\u00edgena Sater\u00e9-Maw\u00e9 nas toadas de Boi-Bumb\u00e1 de Parintins\u201d, os autores trazem um panorama das representa\u00e7\u00f5es do ind\u00edgena Sater\u00e9-Maw\u00e9 nas letras das toadas que embalam o Festival, com o objetivo de contribuir oferecendo bases te\u00f3ricas para o resgate do protagonismo dos ind\u00edgenas, al\u00e9m de produzir conhecimento heterog\u00eaneo, pesquisar ra\u00edzes hist\u00f3ricas e promover a desconstru\u00e7\u00e3o de uma imagem preconcebida dos ind\u00edgenas na atualidade.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em seguida, David Wilson Pires Dagnaisser apresenta sua pesquisa, intitulada \u201cO processo de legitima\u00e7\u00e3o dos Bois-Bumb\u00e1s Garantido e Caprichoso\u201d, em que debru\u00e7a sobre como se deu o surgimento do Festival de Parintins, o in\u00edcio da participa\u00e7\u00e3o dos bois Garantido e Caprichoso e, principalmente, seu processo de legitima\u00e7\u00e3o dentro da cultura popular. O autor explica que para algo ser leg\u00edtimo, este deve ser reconhecido, ou seja, considerado normal e\/ou necess\u00e1rio. No cap\u00edtulo seguinte, Yasmin Ribeiro Gatto e Murilo C\u00e9sar Soares dissertam sobre as representa\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas da mulher no Festival de Parintins. Intitulado \u201cImprensa e g\u00eanero na Amaz\u00f4nia: representa\u00e7\u00f5es da mulher no Festival Folcl\u00f3rico de Parintins\u201d, o cap\u00edtulo exp\u00f5e como s\u00e3o retratadas as mulheres que participam do Festival, atrav\u00e9s de an\u00e1lise minuciosa dos jornais <em>A Cr\u00edtica<\/em> e <em>Amazonas Em Tempo<\/em>. Os autores utilizam-se de uma an\u00e1lise de enquadramento, entendendo que ela \u00e9 capaz de fornecer os resultados que colocam em evid\u00eancia os vieses impl\u00edcitos nos peri\u00f3dicos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo seguinte, Jo\u00e3o Gustavo Martins Melo de Sousa apresenta sua pesquisa \u201cAlegorista: estetizando imagin\u00e1rios\u201d. O autor faz um paralelo entre os artistas parintinenses e os artistas carnavalescos, destacando a constitui\u00e7\u00e3o do alegorista como agente do fazer espetacular (Sousa, 2022, p. 117). Ele explicita que o alegorista, seja na arena dos bumb\u00e1s ou nas avenidas carnavalescas, \u201cmodela a cria\u00e7\u00e3o, soprando-lhe nas narinas o f\u00f4lego da vida a ser consumida na exist\u00eancia ef\u00eamera do ciclo bovino e carnavalesco\u201d (p. 127). J\u00e1 no artigo \u201cBrincadeira de Boi-Bumb\u00e1 nas escolas municipais de Parintins: possibilidades para o trabalho pedag\u00f3gico\u201d, escrito por Elizandra Garcia da Silva, Elma Lima Viana e Arminda Rachel Botelho Mour\u00e3o, \u00e9 discutido a utiliza\u00e7\u00e3o da brincadeira de boi-bumb\u00e1 nas escolas municipais de Parintins a partir de um projeto de extens\u00e3o, realizado em 2016. Analisam, ainda, a forma como s\u00e3o realizadas e sua frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No estudo \u201cArtista de ponta, uma categoria nativa do boi-bumb\u00e1 de Parintins\u201d, escrito por Socorro de Souza Batalha e Alvatir Carolino da Silva, \u00e9 destacado o papel central dos artistas de ponta na cria\u00e7\u00e3o das alegorias dos bois Garantido e Caprichoso. Esses artistas s\u00e3o respons\u00e1veis pela concep\u00e7\u00e3o visual do espet\u00e1culo, trabalhando em equipes que re\u00fanem diferentes habilidades, como escultura, pintura e engenharia. O texto tamb\u00e9m discute a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho art\u00edstico nos galp\u00f5es, apontando a aus\u00eancia de garantias trabalhistas para muitos profissionais e a necessidade de valoriza\u00e7\u00e3o institucional de suas contribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O artigo \u201cPai Francisco e M\u00e3e Catirina: personagens do n\u00e3o-espet\u00e1culo no espet\u00e1culo dos Bois-Bumb\u00e1s de Parintins\u201d, de Ericky da Silva Nakanome e M\u00e1rcio Braz dos Santos Santana, analisa como esses personagens negros permanecem \u00e0 margem do protagonismo das apresenta\u00e7\u00f5es. Mesmo n\u00e3o sendo itens de julgamento, Pai Francisco e M\u00e3e Catirina representam uma heran\u00e7a cultural significativa, evocando elementos da cultura afro-brasileira que influenciaram a forma\u00e7\u00e3o do boi-bumb\u00e1. J\u00e1 em \u201cProcessos criativos do n\u00facleo de coreografia do Boi-Bumb\u00e1 Caprichoso (2018\/2019)\u201d, Irian Butel investiga o surgimento da coreografia como item de julgamento e sua evolu\u00e7\u00e3o enquanto express\u00e3o cultural, destacando o papel da pesquisa e da pr\u00e1tica nesse processo criativo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia, o texto \u201cParintins virou Cong\u00e1! Representa\u00e7\u00f5es afrorreligiosas no som dos Bois-Bumb\u00e1s de Parintins\u201d, de Caroline dos Santos Bruce e Diego Omar Silveira, aborda as express\u00f5es afrorreligiosas nas toadas, analisando como essas refer\u00eancias ainda s\u00e3o, em parte, invisibilizadas, apesar de sua import\u00e2ncia na constru\u00e7\u00e3o da identidade cultural local. Em &#8220;Constru\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica das tribos do Festival Folcl\u00f3rico de Parintins: aspectos hist\u00f3ricos e inspira\u00e7\u00f5es&#8221;, Lionela da Silva Correa e Evandro Jorge Souza Ribeiro Cabo Verde tra\u00e7am um panorama hist\u00f3rico das coreografias e refletem sobre a necessidade de equilibrar tradi\u00e7\u00e3o e modernidade.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ricardo Jos\u00e9 Barbieri, em sua pesquisa \u201cDa toada de Boi-Bumb\u00e1 ao Samba de Enredo\u201d, aproxima o Festival de Parintins do Carnaval de Manaus, identificando semelhan\u00e7as nos espa\u00e7os de apresenta\u00e7\u00e3o e no uso de elementos regionais. A pesquisa tamb\u00e9m enfatiza o papel das \u201cgaleras\u201d como redes de sociabilidade que extrapolam os limites da cidade. No estudo seguinte \u201cO trabalho significativo do artista de galp\u00e3o no espet\u00e1culo do Boi-Bumb\u00e1 de Parintins\u201d, Rafaela Gon\u00e7alves Freitas e Luana Sodr\u00e9 da Silva Santos analisam o trabalho dos artistas de galp\u00e3o no Festival Folcl\u00f3rico de Parintins, com foco na equipe do Boi-Bumb\u00e1 Caprichoso. A pesquisa, de abordagem qualitativa, baseou-se em entrevistas com cinco profissionais com o objetivo de compreender suas percep\u00e7\u00f5es sobre o trabalho no processo de cria\u00e7\u00e3o das alegorias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No artigo \u201cProcesso criativo dos compositores de toadas do boi-bumb\u00e1 de Parintins\u201d, Maria Celeste de Souza Cardoso investiga o processo criativo de quatro compositores, ressaltando a influ\u00eancia da intui\u00e7\u00e3o, das experi\u00eancias individuais e da cr\u00edtica gen\u00e9tica como ferramentas de an\u00e1lise. O estudo mostra como as toadas s\u00e3o marcadas por elementos regionais e preocupa\u00e7\u00f5es com a recep\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, al\u00e9m de destacar mudan\u00e7as no estilo musical impulsionadas pela m\u00eddia e pelos produtores do festival.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em \u201cA teatralidade no olhar dos brincantes em rela\u00e7\u00e3o ao espa\u00e7o c\u00eanico do bumb\u00f3dromo\u201d, de Fabiano Bara\u00fana, reflete sobre o uso do espa\u00e7o da arena a partir das experi\u00eancias de artistas do Boi Caprichoso. A pesquisa, realizada por meio de entrevistas, aponta desafios como a falta de ensaios no espa\u00e7o real, interfer\u00eancias visuais e limita\u00e7\u00f5es estruturais. A arena \u00e9 entendida como um palco tridimensional de encontros entre brincantes, alegorias e p\u00fablico, sendo um elemento essencial na constru\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica das apresenta\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Por fim, em \u201cBoi-Bumb\u00e1 de Parintins: uma hist\u00f3ria de protagonismo e resist\u00eancia negra\u201d, Deilson do Carmo Trindade revisita as origens do festival e evidencia a participa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da popula\u00e7\u00e3o negra, especialmente por meio da figura de Filomena de Souza. O texto tamb\u00e9m explora como a musicalidade, o sincretismo religioso e os relatos hist\u00f3ricos ajudam a compreender o boi-bumb\u00e1 como uma manifesta\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia cultural e espiritual que ainda marca profundamente a vida da popula\u00e7\u00e3o parintinense.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:5px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O livro \u201cOs Bois-Bumb\u00e1s de Parintins: novos olhares\u201d oferece uma vis\u00e3o abrangente e plural do Festival Folcl\u00f3rico de Parintins, reunindo estudos que exploram desde as origens dos bois Caprichoso e Garantido at\u00e9 os bastidores da cria\u00e7\u00e3o e os debates sobre identidade, mem\u00f3ria popular, religiosidade e resist\u00eancia. Ao dar voz a diferentes sujeitos envolvidos \u2014 brincantes, compositores, artistas de galp\u00e3o, core\u00f3grafos e pesquisadores \u2014, a obra evidencia a complexidade e a riqueza simb\u00f3lica desse patrim\u00f4nio cultural, reafirmando a import\u00e2ncia de enxergar o boi-bumb\u00e1 como uma manifesta\u00e7\u00e3o viva, coletiva e em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:20px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. 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