{"id":2203,"date":"2025-06-30T08:43:46","date_gmt":"2025-06-30T12:43:46","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2203"},"modified":"2025-06-30T08:43:49","modified_gmt":"2025-06-30T12:43:49","slug":"entre-genero-classe-e-raca-dialogos-interseccionais-e-lutas-por-reconhecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2203","title":{"rendered":"Entre g\u00eanero, classe e ra\u00e7a: di\u00e1logos interseccionais e lutas por reconhecimento"},"content":{"rendered":"\n<p>Falar sobre g\u00eanero \u00e9, antes de tudo, refletir sobre desigualdades, resist\u00eancias e a luta pela exist\u00eancia, reconhecimento e dignidade. Discutir g\u00eanero, ra\u00e7a, classe e sexualidade significa compreender como essas categorias se entrela\u00e7am, estruturam opress\u00f5es e, ao mesmo tempo, impulsionam resist\u00eancias, fortalecimento identit\u00e1rio e reivindica\u00e7\u00e3o de direitos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Com o objetivo de ampliar essas reflex\u00f5es, a Editora UEA seleciona como livro do m\u00eas de junho <em>Estudos de g\u00eanero: di\u00e1logos, perspectivas e possibilidades<\/em>, uma colet\u00e2nea de oito artigos organizada por Cl\u00e1udia Maria de Farias, Julio Claudio da Silva e Joceneide Cunha dos Santos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Publicado em 2024, o livro destaca a import\u00e2ncia dos Estudos de G\u00eanero no Brasil, articulando-os com classe, ra\u00e7a, etnia, sexualidade e gera\u00e7\u00e3o no campo da Hist\u00f3ria. Analisa os sistemas de domina\u00e7\u00e3o na sociedade brasileira e evidencia os diferentes modos de ser mulher, refletindo sobre resist\u00eancias, ativismos e enfrentamentos \u00e0s opress\u00f5es do binarismo, da misoginia e do sexismo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Dividida em duas partes \u2014 <em>G\u00eanero, transgress\u00f5es e ativismos<\/em> e <em>G\u00eanero e mundos do trabalho<\/em> \u2014 a obra aborda debates te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos e pesquisas, especialmente nas regi\u00f5es Norte e Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O artigo que introduz os estudos sobre g\u00eanero, <em>Mulheres e participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica durante a democratiza\u00e7\u00e3o brasileira<\/em>, de Joana Maria Pedro e Eloisa Rosalen, analisa o engajamento de mulheres nas lutas pol\u00edticas no p\u00f3s-ditadura, destacando aquelas que come\u00e7aram na resist\u00eancia, refletindo sobre o significado desse engajamento. Ao trazer \u00e0 tona as vozes de mulheres, muitas vezes silenciadas pela hist\u00f3ria oficial, \u00e9 ressaltado a import\u00e2ncia de reconhecer o papel das mulheres na luta por direitos e pela consolida\u00e7\u00e3o da democracia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O estudo de Julio Claudio da Silva<em>, Interseccionalidade, pioneirismos e protagonismos hist\u00f3ricos nas trajet\u00f3rias de Ruth de Souza, L\u00e9a Garcia e Zez\u00e9 Motta (1940-1960)<\/em>, mostra como ra\u00e7a, g\u00eanero, classe e gera\u00e7\u00e3o se entrela\u00e7am nas trajet\u00f3rias dessas atrizes. Apesar dos estigmas e discrimina\u00e7\u00f5es associadas \u00e0 imagem da mulher negra, suas carreiras foram formas de resist\u00eancia e abriram caminhos para outras mulheres negras no cen\u00e1rio art\u00edstico. Nesse sentido, o texto contribui significativamente para os estudos interseccionais ao demonstrar como essas atrizes n\u00e3o apenas resistiram \u00e0s estruturas opressoras, mas tamb\u00e9m protagonizaram lutas por direitos, reconhecimento e transforma\u00e7\u00e3o social.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A pesquisa <em>Rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero nos esportes: avan\u00e7os e perspectivas na historiografia brasileira<\/em>, de Cl\u00e1udia Maria de Farias, traz uma an\u00e1lise sobre g\u00eanero no esporte, refletindo sobre os desafios e preconceitos, especialmente na participa\u00e7\u00e3o feminina no futebol, e denuncia as estruturas que sustentam a exclus\u00e3o das mulheres nesse meio. Ao problematizar essas quest\u00f5es, a autora n\u00e3o apenas amplia o debate sobre g\u00eanero no esporte, mas tamb\u00e9m denuncia as estruturas hist\u00f3ricas que sustentam a exclus\u00e3o e o silenciamento das mulheres nesse contexto.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No artigo <em>Mem\u00f3ria, g\u00eanero e protagonismos quilombolas no Amazonas: desafios e possibilidades a partir de narrativas de mulheres quilombolas do Rio Andir\u00e1, fronteira Amazonas\/Par\u00e1<\/em>, Jo\u00e3o Marinho da Rocha analisa como a mem\u00f3ria e a oralidade s\u00e3o fundamentais na constru\u00e7\u00e3o da identidade das comunidades quilombolas do Rio Andir\u00e1. As mulheres s\u00e3o protagonistas na transmiss\u00e3o dos saberes e na luta por territ\u00f3rio, direitos e autonomia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ao discutir identidade, resist\u00eancia e g\u00eanero, o autor evidencia que a luta quilombola vai al\u00e9m da busca por territ\u00f3rio, envolvendo tamb\u00e9m a valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes femininos e a desconstru\u00e7\u00e3o de estruturas opressoras. Este estudo traz uma importante contribui\u00e7\u00e3o para os estudos sobre mem\u00f3ria e movimentos quilombolas na Amaz\u00f4nia, refor\u00e7ando a necessidade de reconhecer o papel das mulheres negras nesses processos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No texto <em>Hist\u00f3ria oral e mem\u00f3rias de travestis e transexuais nos movimentos sociais LGBT (Manaus\/AM \u2014 1997-2017)<\/em>, Michele Pires Lima, com base no feminismo negro e na hist\u00f3ria oral, analisa, por meio de entrevistas, as viv\u00eancias de travestis e mulheres trans em Manaus, destacando suas trajet\u00f3rias de resist\u00eancia frente \u00e0 viol\u00eancia, estigma e marginaliza\u00e7\u00e3o. Ao articular mem\u00f3ria, identidade e resist\u00eancia, a autora ilumina as din\u00e2micas de exclus\u00e3o e as estrat\u00e9gias de enfrentamento mobilizadas por travestis e mulheres trans em Manaus, reafirmando a import\u00e2ncia da hist\u00f3ria oral como instrumento pol\u00edtico, acad\u00eamico e de fortalecimento coletivo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O artigo <em>Entre baldes, vassouras e movimentos sociais: um perfil das(os) sindicalizadas(os) do Sindom\u00e9stico\/BA e as suas alian\u00e7as pol\u00edticas (1990 a 2013)<\/em>, de Joceneide Cunha dos Santos e Maria Helo\u00edsa Lima, discute como esse sindicato se articula com movimentos sociais, destacando a luta das trabalhadoras dom\u00e9sticas, atravessada por g\u00eanero, classe e ra\u00e7a. A pesquisa revela que a maioria dos cargos e dos filiados \u00e9 composta por mulheres, o que refor\u00e7a a discuss\u00e3o sobre g\u00eanero e trabalho. Al\u00e9m disso, evidencia como a interseccionalidade \u2014 g\u00eanero, classe e ra\u00e7a \u2014 atravessa a trajet\u00f3ria dessas mulheres que enfrentam hist\u00f3ricas desigualdades sociais.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O texto <em>Minerva reverencia Ians\u00e3: g\u00eanero, ra\u00e7a e identidade na Pol\u00edcia Militar da Bahia<\/em>, de Marcos Santana de Souza, analisa como g\u00eanero, ra\u00e7a e identidade se cruzam na trajet\u00f3ria de uma Major da PM da Bahia, refletindo sobre os desafios de mulheres negras em profiss\u00f5es masculinizadas e as rea\u00e7\u00f5es sociais diante disso. A an\u00e1lise de Marcos Santana vai al\u00e9m da quest\u00e3o de g\u00eanero, ao trazer tamb\u00e9m o impacto da identidade de Denice Santiago \u2014 como mulher negra, candomblecista e filha de Ians\u00e3 \u2014 mostrando como esses elementos influenciam sua visibilidade social e midi\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Por fim, <em>As mulheres e a produ\u00e7\u00e3o do beiju de Vale Verde: notas sobre as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e divis\u00e3o de trabalho<\/em>, de Ivaneide Almeida da Silva, apresenta a atua\u00e7\u00e3o das mulheres na cadeia de produ\u00e7\u00e3o do beiju em Porto Seguro, Bahia, evidenciando seu papel na economia familiar e local. Al\u00e9m das quest\u00f5es de g\u00eanero e trabalho, a autora apresenta discuss\u00f5es sobre etnicidade e identidade, mostrando como essas mulheres carregam heran\u00e7as culturais ind\u00edgenas e caboclas. Dessa forma, a pesquisa contribui para pensar as rela\u00e7\u00f5es entre g\u00eanero, trabalho e cultura a partir de uma perspectiva interseccional e territorializada.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A obra <em>Estudos de g\u00eanero: di\u00e1logos, perspectivas e possibilidades<\/em> re\u00fane reflex\u00f5es fundamentais sobre como g\u00eanero, ra\u00e7a, classe se entrela\u00e7am na constru\u00e7\u00e3o das desigualdades e resist\u00eancias. Os artigos destacam trajet\u00f3rias marcadas por opress\u00f5es, mas tamb\u00e9m por protagonismos e processos de transforma\u00e7\u00e3o social, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia dos estudos de g\u00eanero como ferramenta anal\u00edtica e pol\u00edtica voltada \u00e0 justi\u00e7a social, especialmente nas realidades do Norte e Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:75px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso Instagram, Twitter e Facebook!<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita, acesse aqui!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Falar sobre g\u00eanero \u00e9, antes de tudo, refletir sobre desigualdades, resist\u00eancias e a luta pela exist\u00eancia, reconhecimento e dignidade. Discutir g\u00eanero, ra\u00e7a, classe e sexualidade significa compreender como essas categorias se entrela\u00e7am, estruturam opress\u00f5es e, ao mesmo tempo, impulsionam resist\u00eancias, fortalecimento identit\u00e1rio e reivindica\u00e7\u00e3o de direitos. Com o objetivo de ampliar essas reflex\u00f5es, a Editora [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":2205,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-gradient":""}},"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[183],"tags":[505,201,504,193,506],"aioseo_notices":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG.png",800,533,false],"thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-150x150.png",150,150,true],"medium":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-300x200.png",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-768x512.png",768,512,true],"large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG.png",800,533,false],"1536x1536":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG.png",800,533,false],"2048x2048":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG.png",800,533,false],"codesigner-thumb":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-400x400.png",400,400,true],"woocommerce_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-200x296.png",200,296,true],"woocommerce_single":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-200x133.png",200,133,true],"woocommerce_gallery_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/CAPA-BLOG-100x100.png",100,100,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"Renata Baltazar","author_link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=16"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Falar sobre g\u00eanero \u00e9, antes de tudo, refletir sobre desigualdades, resist\u00eancias e a luta pela exist\u00eancia, reconhecimento e dignidade. Discutir g\u00eanero, ra\u00e7a, classe e sexualidade significa compreender como essas categorias se entrela\u00e7am, estruturam opress\u00f5es e, ao mesmo tempo, impulsionam resist\u00eancias, fortalecimento identit\u00e1rio e reivindica\u00e7\u00e3o de direitos. Com o objetivo de ampliar essas reflex\u00f5es, a Editora&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2203"}],"collection":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2203"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2203\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2206,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2203\/revisions\/2206"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2205"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}