{"id":2189,"date":"2025-05-30T13:53:42","date_gmt":"2025-05-30T17:53:42","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2189"},"modified":"2025-05-30T13:53:45","modified_gmt":"2025-05-30T17:53:45","slug":"a-fala-manauara-um-passeio-pelos-estudos-acerca-da-lingua-portuguesa-falada-na-capital-do-amazonas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=2189","title":{"rendered":"A Fala Manauara: Um passeio pelos estudos acerca da l\u00edngua portuguesa falada na capital do Amazonas"},"content":{"rendered":"\n<p>Como homenagem ao Dia do Profissional de Letras, comemorado no dia 21 de maio, a obra escolhida deste m\u00eas \u00e9 \u201cA Fala Manauara: documenta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise lingu\u00edstica dos fen\u00f4menos vari\u00e1veis do portugu\u00eas falado\/escrito em Manaus\u201d, organizada por Silvana Andrade Martins, Valteir Martins e Jussara Ara\u00fajo, foi publicada em 2019 no formato f\u00edsico e, em formato digital, em 2022. O exemplar tem como objetivo principal reunir onze estudos direcionados \u00e0 linha de pesquisa \u201cDocumenta\u00e7\u00e3o e Fala Manauara\u201d e, dessa forma, contribuir para a dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento a respeito dos aspectos do portugu\u00eas falado em Manaus. Para isso, \u00e9 constitu\u00eddo por tr\u00eas partes principais, sendo elas: Apresenta\u00e7\u00e3o \u2013 Manaus e Projeto Fala Manauara (FAMAC); An\u00e1lises Fon\u00e9tico-Fonol\u00f3gicas; An\u00e1lises morfossint\u00e1ticas e aspectos lexicais.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:28px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A se\u00e7\u00e3o introdut\u00f3ria \u00e9 destinada a contextualizar a hist\u00f3ria de Manaus e do projeto FAMAC. Para isso, o autor Leandro Babil\u00f4nia dedica o cap\u00edtulo \u201cDa aldeia \u00e0 metr\u00f3pole \u2013 apontamentos sociol\u00f3gicos para o estudo da l\u00edngua portuguesa em Manaus\u201d para explicar, de forma clara e concisa, a forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento da cidade, ressaltando caracter\u00edsticas relevantes como a miscigena\u00e7\u00e3o do povo. No cap\u00edtulo seguinte, intitulado \u201cA fala manauara \u2013 documenta\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise do portugu\u00eas falado em Manaus\u201d e escrito por Silvana Andrade Martins, Valteir Martins e Jussara Ara\u00fajo, o processo de cria\u00e7\u00e3o da FAMAC \u00e9 explicitado, dividido em: Primeira Fase (2009-2012), Segunda Fase (2013-2015) e Terceira Fase (2016-2019). Al\u00e9m disso, destacam-se aspectos importantes como o Banco de Dados Digitais, desenvolvido com a finalidade de disponibilizar os registros dos inqu\u00e9ritos da fala manauara.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:31px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O segundo fragmento do livro \u00e9 dividido em quatro cap\u00edtulos. O primeiro deles, \u201cO \u00ae em coda sil\u00e1bica na fala manauara\u201d, \u00e9 segmentado em cinco t\u00f3picos. Os autores Heitor Pican\u00e7o e Valteir Martins buscam realizar um estudo relacionado ao cancelamento do \u00ae codal no falar manauara. A partir disso, exp\u00f5e-se uma pesquisa baseada te\u00f3rica e metodologicamente na Sociolingu\u00edstica Variacionista. No decorrer dos t\u00f3picos, discute-se a variabilidade fon\u00e9tica; apresentam-se achados de pesquisas de estudos sociolingu\u00edsticos que investigam esse fen\u00f4meno na L\u00edngua Portuguesa Brasileira; disserta-se a respeito das abordagens te\u00f3rico-metodol\u00f3gicos que fundamentam a an\u00e1lise e, no \u00faltimo t\u00f3pico do cap\u00edtulo, descrevem-se os resultados da pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:32px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No segundo cap\u00edtulo, intitulado \u201cA realiza\u00e7\u00e3o da lateral alveolar \/l\/ na fala manauara \u2013 um estudo sociolingu\u00edstico variacionista\u201d, Silvana Andrade Martins e Camilla dos Santos Evangelista apontam para uma pesquisa desenvolvida com o objetivo de investigar a realiza\u00e7\u00e3o fon\u00e9tica da lateral alveolar sonora \/l\/ seguida pela vogal alta \/i\/. O estudo \u00e9 segmentado em tr\u00eas t\u00f3picos, sendo eles relacionados \u00e0 revis\u00e3o de conceitos que s\u00e3o pertinentes a essa discuss\u00e3o, \u00e0 metodologia empregada para a coleta dos dados e \u00e0 an\u00e1lise e discuss\u00e3o desses dados.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No pr\u00f3ximo cap\u00edtulo desse fragmento, denominado \u201cAspectos da nasaliza\u00e7\u00e3o de vogais na fala manauara\u201d, a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica realizada por Joyce Camila Martins e Valteir Martins se dedica a abordar os aspectos da nasaliza\u00e7\u00e3o de vogais na fala manauara. Para isso, inicialmente, os autores definem o conceito de som nasal e relacionam esse elemento com aspecto lingu\u00edsticos, al\u00e9m de descrever a origem e a fun\u00e7\u00e3o das abordagens te\u00f3ricas: Gerativismo e Estruturalismo. Com base nessa introdu\u00e7\u00e3o, apresenta-se, no restante do texto, uma pesquisa sociolingu\u00edstica que visa apontar a inter-rela\u00e7\u00e3o observada entre as din\u00e2micas sociais e os padr\u00f5es de varia\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7as lingu\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:29px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O \u00faltimo cap\u00edtulo do segundo fragmento, \u201cA interfer\u00eancia dialetal na representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica de fricativas na escrita de manauaras\u201d, pretende, por meio de uma pesquisa de abordagem Sociolingu\u00edstica, contribuir para a verifica\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia da interfer\u00eancia dialetal na representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica de fricativas na escrita dos manauaras. Com esse intuito, Samantha Teixeira Vasconcelos e Silvana Andrade Martins apresentam o estudo em duas se\u00e7\u00f5es. A primeira parte introduz o aporte te\u00f3rico da an\u00e1lise, descreve o percurso hist\u00f3rico e geogr\u00e1fico das varia\u00e7\u00f5es fricativas no portugu\u00eas brasileiro e discorre sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a fala e a escrita. J\u00e1 na segunda se\u00e7\u00e3o, os detalhamentos metodol\u00f3gicos e os resultados da pesquisa s\u00e3o explicitados de maneira organizada e detalhada.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:29px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O terceiro fragmento, constitu\u00eddo por cinco cap\u00edtulos, abrange estudos que tratam das an\u00e1lises morfossint\u00e1ticas e aspectos lexicais. No primeiro cap\u00edtulo, intitulado \u201cExpress\u00e3o de futuridade \u2013 uma an\u00e1lise de ocorr\u00eancia do modo indicativo na express\u00e3o do <em>(irrealis)<\/em> na fala manauara, Nathalie Anne Concei\u00e7\u00e3o de Barros e Silvana Andrade Martins abordam os resultados do artigo de conclus\u00e3o do curso de Licenciatura em L\u00edngua Portuguesa realizada por Barros (2015), sobre a ocorr\u00eancia do pret\u00e9rito imperfeito do indicativo na express\u00e3o do <em>irrealis<\/em> na fala manauara. Para isso, o estudo foi fundamentado nos pressupostos da Lingu\u00edstica Funcionalista e da Sociolingu\u00edstica Variacionista. Ademais, os dados foram coletados a partir de perguntas direcionadas a possibilidades, para que o emprego da futuridade fosse promovido.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:21px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No segundo cap\u00edtulo, denominado \u201cA grada\u00e7\u00e3o da fala manauara \u2013 uma abordagem sociolingu\u00edstica, o objetivo principal \u00e9 analisar os mecanismos l\u00e9xico-gramaticais empregados pelos falantes manauaras para expressarem a no\u00e7\u00e3o de grada\u00e7\u00e3o. A partir desse prop\u00f3sito, Luciana Serdeira de Holanda e Silvana Andrade Martins apresentam o conceito desse fen\u00f4meno e descrevem a perspectiva Sociolingu\u00edstica da pesquisa. Na sequ\u00eancia, os dados e resultados obtidos s\u00e3o expostos e analisados, explicitando, tamb\u00e9m, os mecanismos de grada\u00e7\u00e3o impl\u00edcitos e expl\u00edcitos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:26px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O terceiro cap\u00edtulo, \u201cAs constru\u00e7\u00f5es ir + estar + ger\u00fandio na fala manauara\u201d, \u00e9 constitu\u00eddo por um estudo que tem como perspectiva investigar a ocorr\u00eancia do ger\u00fandio na express\u00e3o do futuro na diversidade do portugu\u00eas manauara. Ana Augusta de Oliveira Simas e Silvana Andrade Martins dividem o estudo em tr\u00eas aspectos importantes para a compreens\u00e3o da pesquisa: Conceitos sobre o Funcionalismo e a Sociologia Variacionista; Abordagem acerca do tratamento da forma nominal e constru\u00e7\u00e3o ir + estar + ger\u00fandio na vis\u00e3o de autores relevantes; Inser\u00e7\u00e3o de ir + estar + ger\u00fandio como express\u00e3o de futuridade na fala manauara, al\u00e9m de explicitar as conclus\u00f5es retiradas dessa investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:22px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No pr\u00f3ximo cap\u00edtulo, intitulado \u201cO futuro perifr\u00e1stico em jornais\u201d e desenvolvido por Jussara Ara\u00fajo e Silvana Andrade Martins, apresentam-se os resultados obtidos na disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de Ara\u00fajo (2016), a qual buscou observar o futuro do pret\u00e9rito em textos jornal\u00edsticos da d\u00e9cada de 80 at\u00e9 o ano de 2014. A an\u00e1lise foi realizada por meio de fatores lingu\u00edsticos e extralingu\u00edsticos e desenvolvida a partir de uma perspectiva Sociofuncionalista. Entre outras considera\u00e7\u00f5es, concluiu-se que a forma perifr\u00e1stica de se expressar no futuro est\u00e1 presente h\u00e1 muitos anos dentro da esfera jornal\u00edstica manauara.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:29px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cT\u00e1 no meu cora\u00e7\u00e3o, t\u00e1 no meu linguajar \u2013 um estudo do l\u00e9xico regional presente na m\u00fasica popular amazonense\u201d \u00e9 o \u00faltimo cap\u00edtulo do livro. As autoras, Mayara Diegra dos Santos Rocha Franco e Silvana Andrade Martins destinam esse item \u00e0 descri\u00e7\u00e3o de um interessante trabalho voltado ao estudo da variante do portugu\u00eas falado no Amazonas, tendo como ponto de partida dezesseis m\u00fasicas que se encaixam na ideia de l\u00edngua e cultura. Dessa forma, promoveram-se entrevistas com 18 manauaras com o objetivo de atribuir significado para palavras e express\u00f5es regionais. Posteriormente, 32 dessas palavras que n\u00e3o constavam no livro \u201cO Amazon\u00eas\u201d foram organizadas em um dicion\u00e1rio ilustrado.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:31px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em conclus\u00e3o, nota-se a relev\u00e2ncia da obra para a dissemina\u00e7\u00e3o do conhecimento presente nos estudos relacionados ao portugu\u00eas falado em Manaus. O livro \u00e9 recomendado aos estudiosos da L\u00edngua Portuguesa e, tamb\u00e9m, aos manauaras que t\u00eam interesse em entender a origem do seu portugu\u00eas e suas especificidades.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:75px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. 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