{"id":1778,"date":"2024-11-28T13:45:03","date_gmt":"2024-11-28T17:45:03","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1778"},"modified":"2025-01-08T09:06:25","modified_gmt":"2025-01-08T13:06:25","slug":"novos-olhares-sobre-as-literaturas-africanas-e-o-pos-colonialismo-reflexoes-criticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1778","title":{"rendered":"Novos Olhares sobre as literaturas africanas e o p\u00f3s-colonialismo: reflex\u00f5es cr\u00edticas"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong>Neste m\u00eas da Consci\u00eancia Negra, evocando a mem\u00f3ria Zumbi dos Palmares (20\/11\/1695), a Editora UEA seleciona um de seus t\u00edtulos de autoria negra e feminina como recomenda\u00e7\u00e3o de leitura: <em>A Literatura Africana e a cr\u00edtica p\u00f3s-colonial: reconvers\u00f5es<\/em>, organizado pela Prof.\u00aa Dr.\u00aa Inoc\u00eancia Mata, \u00e9 uma colet\u00e2nea de ensaios escritos entre 2002-2004, cujas tem\u00e1ticas perpassam sobre a quest\u00e3o do p\u00f3s-colonialismo, a rela\u00e7\u00e3o entre literatura, hist\u00f3ria e sociedade e os processos de encontro cultural e (em) contextos multiculturais.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O livro conta com dois pref\u00e1cios: um \u00e0 edi\u00e7\u00e3o brasileira e outro \u00e0 edi\u00e7\u00e3o angolana, os quais, respectivamente, s\u00e3o escritos pelo professor M\u00e1rio C\u00e9sar Lugarinho e pelo fil\u00f3sofo Lu\u00eds Kandjimbo. A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 escrita pela organizadora da obra, a qual elucida os leitores sobre o porqu\u00ea do livro e informa ao leitor quantos ensaios comp\u00f5em a obra, bem como as tem\u00e1ticas que ser\u00e3o abordadas. E o posf\u00e1cio, por sua vez, \u00e9 de autoria de Louren\u00e7o do Ros\u00e1rio, professor da Universidade Polit\u00e9cnica de Mo\u00e7ambique.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No primeiro cap\u00edtulo <strong>Disposi\u00e7\u00f5es cr\u00edticas da contemporaneidade p\u00f3s-colonial<\/strong>, somos levados a refletir sobre o porqu\u00ea de a express\u00e3o \u201cp\u00f3s-colonial\u201d ser utilizada como uma forma de atenuar toda a influ\u00eancia negativa que o colonialismo teve sobre as mais diversas culturas. A autora explica, a princ\u00edpio, que seria muito mais efetivo utilizar express\u00f5es que denotam toda a hostilidade infligida pelo Imp\u00e9rio Europeu atrav\u00e9s da coloniza\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de enfatizar que essa mesma abordagem p\u00f3s-colonial n\u00e3o pode ser aplicada de forma homog\u00eanea, j\u00e1 que as experi\u00eancias coloniais foram diversas entre as mais diferentes sociedades. Nesse sentido, ela afirma \u201creconhecer que as sociedades n\u00e3o foram igualmente coloniais nem s\u00e3o, agora, igualmente p\u00f3s-coloniais, j\u00e1 n\u00e3o leva \u00e0 grande produtividade\u201d (Mata, 2013, p. 15).<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s abordar as complexidades associadas \u00e0 express\u00e3o \u201cp\u00f3s-colonial\u201d, o livro avan\u00e7a para o segundo cap\u00edtulo, <strong>A cr\u00edtica liter\u00e1ria africana e a teoria p\u00f3s-colonial: um modismo ou uma exig\u00eancia?<\/strong>, no qual somos levados a pensar sobre qual maneira a teoria p\u00f3s-colonial \u00e9 aplicada \u00e0s literatura africanas, se \u00e9 de forma genu\u00edna ou se tornou apenas uma abordagem superficial, baseada em modismos acad\u00eamicos. A autora problematiza o m\u00e9todo que os cr\u00edticos usam muitas vezes, a saber, de utilizar a teoria como um \u201cmanual\u201d de interpreta\u00e7\u00e3o e desconsiderar, assim, as especificidades culturais e hist\u00f3ricas das obras analisadas, quando afirma que \u201c[&#8230;] o cr\u00edtico n\u00e3o pode ignorar as especificidades do processo colonizat\u00f3rio desses pa\u00edses e a consequente diferen\u00e7a no processo de emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica [&#8230;]\u201d (Mata, 2013, p. 27). Mata prop\u00f5e que a cr\u00edtica liter\u00e1ria africana deve ultrapassar essa mera aplica\u00e7\u00e3o de conceitos gen\u00e9ricos do p\u00f3s-colonialismo e se dedicar \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de ferramentas te\u00f3ricas pr\u00f3prias, adequadas \u00e0 realidade do continente africano e de suas di\u00e1sporas, afinal, as comunidades africanas j\u00e1 eram multiculturais antes da chegada dos colonizadores.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Dando continuidade \u00e0 an\u00e1lise cr\u00edtica iniciada no cap\u00edtulo anterior, no terceiro cap\u00edtulo,<strong> O cr\u00edtico como escritor: limites e beliger\u00e2ncias<\/strong>, \u00e9 examinado como os cr\u00edticos liter\u00e1rios interagem com o papel do escritor em contextos p\u00f3s-coloniais. Mata discute a complexa rela\u00e7\u00e3o entre cr\u00edtica e cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, destacando que o cr\u00edtico, ao interpretar obras, tamb\u00e9m produz um discurso que se aproxima da cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica \u201choje, a t\u00e3o celebrada parceria dos Estudos Liter\u00e1rios com os Culturais vem aliviar a tens\u00e3o entre arte liter\u00e1ria e l\u00f3gica te\u00f3rica nos sistemas liter\u00e1rios africanos\u201d (Mata, 2013, p. 38). Ela analisa como os cr\u00edticos podem, intencionalmente ou n\u00e3o, moldar a recep\u00e7\u00e3o de um texto, muitas vezes inserindo suas pr\u00f3prias subjetividades no processo interpretativo. Mata tamb\u00e9m reflete sobre os limites \u00e9ticos e epistemol\u00f3gicos dessa pr\u00e1tica, enfatizando que o cr\u00edtico deve reconhecer o peso de sua posi\u00e7\u00e3o como mediador entre o texto e o p\u00fablico, especialmente em contextos p\u00f3s-coloniais.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo quatro, intitulado <strong>Even Crusoe needs a Friday: os limites dos sentidos da dicotomia universal\/local nas literaturas africanas<\/strong>, Mata inicia apresentando casos em que a cr\u00edtica jornal\u00edstica europeia insiste na ideia de que a est\u00e9tica da literatura \u00e9 uma s\u00f3, ela relata: \u201c[&#8230;] fui-me apercebendo de que n\u00e3o estava perante atitudes isoladas, mas sim de leitura ditadas por uma determinada vis\u00e3o do est\u00e9tico, como se os crit\u00e9rios do est\u00e9tico fossem universais\u201d (Mata, 2013, p. 46). A autora nos mostra que na maioria dos casos, a cr\u00edtica usa a falta de acesso \u00e0s obras de literatura africana como justificativa para insufici\u00eancia de an\u00e1lises e cr\u00edticas positivas, mas que, mesmo com essa falta de acesso, os cr\u00edticos n\u00e3o se sentem intimidados ao desqualificar essas mesmas obras \u201c[&#8230;] essa cr\u00edtica, de base ostensivamente euroc\u00eantrica e inten\u00e7\u00e3o hierarquizante, que parece obedecer a uma l\u00f3gica <em>globalizante<\/em>, mas tamb\u00e9m cumprindo interesses de grupo [&#8230;]\u201d (p. 47).<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Depois de expor os desafios da universalidade na literatura africana, no cap\u00edtulo cinco <strong>A literatura, universo da reinven\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a<\/strong>, a autora relata que muitos leitores n\u00e3o se disp\u00f5em a investigar mais a fundo as \u201cimplica\u00e7\u00f5es do que \u00e9 dito\u201d (Mata, 2013, p. 61), principalmente quando se deparam com afirma\u00e7\u00f5es que fogem ao habitual, as quais ela ilustra utilizando uma frase do escritor mo\u00e7ambicano Mia Couto \u201ca minha p\u00e1tria \u00e9 a <em>minha<\/em> l\u00edngua portuguesa\u201d, que faz refer\u00eancia a Bernardo Soares, quando ele escreve \u201ca minha p\u00e1tria \u00e9 a l\u00edngua portuguesa\u201d. O quinto cap\u00edtulo nos leva a compreender, portanto, o quanto a literatura africana, a partir dela mesma, consegue se desvincular culturalmente da l\u00edngua portuguesa do colonizador por meio da sua pr\u00f3pria l\u00edngua portuguesa, ou melhor, das suas pr\u00f3prias, pois cada pa\u00eds falante dessa l\u00edngua possui suas pr\u00f3prias caracter\u00edsticas lingu\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Avan\u00e7ando na an\u00e1lise sobre a l\u00edngua e sua rela\u00e7\u00e3o com as identidades culturais, no cap\u00edtulo seis, <em>&nbsp;<\/em><strong>A inven\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o lus\u00f3fono: a l\u00f3gica da raz\u00e3o africana<\/strong>, a professora Inoc\u00eancia Mata busca analisar a problem\u00e1tica da lusofonia a partir dos conceitos elucidados por Louren\u00e7o do Ros\u00e1rio no texto <em>Lusofonia: cultura ou ideologia?<\/em>, entre outros estudiosos da tem\u00e1tica, tais como Alfredo Margarido e Fernando Crist\u00f3v\u00e3o, por exemplo. \u00c9 sabido que \u201cLusofonia\u201d se trata de um conceito que consiste na abrang\u00eancia de todos os pa\u00edses falantes de L\u00edngua Portuguesa, em perfeita harmonia. Por\u00e9m, a problem\u00e1tica se d\u00e1 a partir do momento no qual percebemos que tal uni\u00e3o partiu de Portugal, que ao perder sua col\u00f4nia mais importante &#8211; a saber, o Brasil &#8211; se viu limitada a ser um pa\u00eds pequeno e restrito e, consequentemente, buscou expandir seus horizontes a outras col\u00f4nias.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em seguida, a partir da reflex\u00e3o sobre a lusofonia e suas contradi\u00e7\u00f5es, no s\u00e9timo cap\u00edtulo, <strong>Estranhos em perman\u00eancia: a negocia\u00e7\u00e3o da identidade portuguesa na p\u00f3s-colonialidade<\/strong>, a professora Inoc\u00eancia Mata aborda as tens\u00f5es entre a heran\u00e7a colonial e o esfor\u00e7o de Portugal em se reposicionar cultural e politicamente no mundo contempor\u00e2neo j\u00e1 que, trinta anos depois do fim do imp\u00e9rio, o que entendemos como identidade da na\u00e7\u00e3o portuguesa acaba sendo um compromisso entre v\u00e1rias identidades sociais e culturais (Mata, 2013, p. 82). A express\u00e3o &#8220;estranhos em perman\u00eancia&#8221; reflete a condi\u00e7\u00e3o de desconforto e deslocamento de uma identidade que tenta conciliar o passado imperial com um presente em que as ex-col\u00f4nias reivindicam autonomia cultural. A autora convida o leitor a pensar em como essas negocia\u00e7\u00f5es impactam n\u00e3o apenas os portugueses, mas tamb\u00e9m as rela\u00e7\u00f5es com os pa\u00edses lus\u00f3fonos.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Encerrando as discuss\u00f5es, o oitavo cap\u00edtulo, <strong>Da l\u00edngua pr\u00f3pria como instrumento do exerc\u00edcio da cidadania: a implementa\u00e7\u00e3o dos direitos civis no p\u00f3s-guerra<\/strong>, por sua vez, retorna \u00e0 centralidade da l\u00edngua, agora como ferramenta para a constru\u00e7\u00e3o de cidadania e direitos civis no contexto p\u00f3s-guerra. Aqui, Mata destaca o papel da l\u00edngua na consolida\u00e7\u00e3o de direitos civis em contextos p\u00f3s-guerra, com especial aten\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses africanos de l\u00edngua portuguesa e argumenta que a l\u00edngua, longe de ser apenas um legado colonial, torna-se um instrumento de cidadania, pois permite a articula\u00e7\u00e3o de demandas sociais, culturais e pol\u00edticas. De acordo com a autora, \u201c[&#8230;] \u00e9 que a utiliza\u00e7\u00e3o da l\u00edngua pr\u00f3pria no fazer social, para al\u00e9m de ser um dos direitos b\u00e1sicos da pessoa humana, [&#8230;] constitui uma das contradi\u00e7\u00f5es desta era da globaliza\u00e7\u00e3o\u201d (Mata, 2013, p. 108-109). Ela ressalta, ainda, que o uso da l\u00edngua portuguesa pelos africanos n\u00e3o se limita a replicar os padr\u00f5es impostos pelo colonizador, mas envolve transform\u00e1-la em uma ferramenta de autoexpress\u00e3o e resist\u00eancia, adaptada \u00e0s realidades locais.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>A Literatura Africana e a Cr\u00edtica P\u00f3s-Colonial: reconvers\u00f5es<\/em> \u00e9, definitivamente, uma obra que nos mostra as rela\u00e7\u00f5es entre literatura, hist\u00f3ria e as m\u00faltiplas heran\u00e7as do colonialismo. Ao longo de seus ensaios, \u00e9 not\u00e1vel como a professora Inoc\u00eancia Mata desafia as abordagens tradicionais da cr\u00edtica liter\u00e1ria, investigando minuciosamente as especificidades culturais e hist\u00f3ricas de obras africanas, ao mesmo tempo em que denuncia os limites da aplica\u00e7\u00e3o homog\u00eanea da teoria p\u00f3s-colonial. Este livro n\u00e3o somente nos leva a questionar as narrativas impostas pelo imp\u00e9rio colonial, como tamb\u00e9m a perpassar pelas formas com as quais as literaturas africanas se reinventam utilizando a l\u00edngua portuguesa deles, que antes era um s\u00edmbolo de domina\u00e7\u00e3o e, sendo agora nossa, \u00e9 utilizada como instrumento de afirma\u00e7\u00e3o e resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. 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