{"id":1754,"date":"2024-10-04T13:26:19","date_gmt":"2024-10-04T17:26:19","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1754"},"modified":"2024-10-04T14:00:04","modified_gmt":"2024-10-04T18:00:04","slug":"a-fala-manauara-em-foco-novas-perspectivas-sobre-a-variacao-linguistica-em-manaus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1754","title":{"rendered":"A Fala Manauara em Foco: Novas perspectivas sobre a varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica em Manaus"},"content":{"rendered":"\n<p>Como proposta de leitura para o m\u00eas de setembro, a editora UEA apresenta a obra <em>A fala manauara II: varia\u00e7\u00e3o e ensino<\/em>, organizada por Silvana Andrade Martins e Valteir Martins. Nela \u00e9 destacada a continuidade das pesquisas feitas anteriormente sobre a fala manauara, fortalecendo, desse modo, <a>os estudos sobre a diversidade do portugu\u00eas falado na capital amazonense<\/a>. O livro est\u00e1 dividido em duas partes principais, cada qual com cinco cap\u00edtulos. Na primeira parte, destaca-se a fala dos manauaras, em que \u00e9 analisada como as diferentes formas de falar revelam a identidade dessa comunidade. Na segunda parte, \u00e9 abordado o ensino de portugu\u00eas, na qual \u00e9 proposto um ensino mais flex\u00edvel e reflexivo, que leve em conta a diversidade lingu\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Escrito por Matheus de Oliveira Damacena e Silvana Andrade Martins, o primeiro cap\u00edtulo traz <em>Lexias e express\u00f5es idiom\u00e1ticas da fala manauara: diversidade e compartilhamento de usos em territ\u00f3rio brasileiro<\/em>, no qual os autores analisam como as express\u00f5es idiom\u00e1ticas de Manaus se espalham e se transformam, contribuindo para o conhecimento sobre a diversidade lingu\u00edstica do Brasil e os processos de mudan\u00e7a lingu\u00edstica.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em seguida<em>,<\/em> Lu\u00eds Felipe Ribamar dos Santos, Naiana Ara\u00fajo Santos Souza, Stephany Sofia Pimenta Veras e Silvana Andrade Martins abordam em<em> Fala manauara e a presen\u00e7a do l\u00e9xico ind\u00edgena no linguajar cotidiano<\/em>, uma pesquisa na qual se analisa a presen\u00e7a do l\u00e9xico ind\u00edgena no cotidiano manauara. Na referida pesquisa, foi constatado que os manauaras reconhecem a influ\u00eancia ind\u00edgena na constru\u00e7\u00e3o da fala e da cultura, contribuindo, dessa forma, com o fortalecimento dos idiomas nativos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O terceiro cap\u00edtulo intitulado <em>O imperativo e seu uso vari\u00e1vel no linguajar da pol\u00edcia militar de Manaus<\/em>, foi escrito por Ant\u00f4nio Charles Alves de Ara\u00fajo e Valteir Martins. A pesquisa dos autores analisou como os policiais militares de Manaus utilizam o imperativo verbal em suas abordagens, e conclui que tal uso est\u00e1 relacionado a diversos fatores, como a escolaridade, a alfabetiza\u00e7\u00e3o e o contexto social.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><em>Ter e haver em telejornais manauaras: um estudo sociofuncionalista sobre as constru\u00e7\u00f5es existenciais<\/em>, redigido por Luis Fernando Pinheiro dos Santos e Silvana Andrade Martins, \u00e9 investigada a presen\u00e7a da varia\u00e7\u00e3o entre os verbos ter e haver com sentido de existir em constru\u00e7\u00f5es existenciais no texto falado de apresentadores e rep\u00f3rteres de telejornais amazonenses, considerando fatores lingu\u00edsticos, sociais e funcionais que condicionem o uso de uma vari\u00e1vel em detrimento da outra.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo cap\u00edtulo da primeira parte do livro, sob o t\u00edtulo <em>N\u00f3s e a gente nas charges de jornal manauara<\/em>, de Gabrielle Lifsitch Nogueira da Silva e Silvana Andrade Martins, \u00e9 abordado o uso de &#8220;a gente&#8221; e &#8220;n\u00f3s&#8221; como sujeitos de frases em charges do jornal <em>A Cr\u00edtica<\/em>. No decorrer da leitura, constata-se, de acordo com as autoras, uma frequ\u00eancia significativa da variante \u201ca gente\u201d, muitas vezes superior ao uso da forma tradicional \u201cn\u00f3s\u201d, contribuindo dessa forma, com a diminui\u00e7\u00e3o da carga de estigmatiza\u00e7\u00e3o entre os seus usu\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Nesta segunda parte do livro, os autores, de modo geral, discorreram sobre a varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica e ensino do portugu\u00eas. Nesse sentido, Isa Cristina Barroso Pereira e Silvana Andrade Martins iniciam o sexto cap\u00edtulo sob o t\u00edtulo <em>Sujeito pronominal expresso e nulo em narrativas escolares<\/em>, no qual verificam as ocorr\u00eancias do Sujeito Pronominal de 1\u00aa pessoa do singular no contexto da escrita, em que s\u00e3o comparadas entre as categorias preenchida e nula. E que as ocorr\u00eancias dessas duas alternativas de representa\u00e7\u00e3o no enunciado, depender\u00e3o de fatores lingu\u00edsticos e sociais, variando de situa\u00e7\u00e3o para situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em <em>Para mim ou para eu? uma proposta para um ensino de gram\u00e1tica variacionista<\/em>, os autores Jorge Carlos Leal de Souza e Silvana Andrade Martins analisaram em uma sala de aula de uma escola da rede municipal o ensino gramatical aplicado sobre a constru\u00e7\u00e3o do Dativo Com Infinitivo caracterizado sintaticamente por \u201cpara + mim + infinitivo\u201d. Segundo os autores, os resultados das an\u00e1lises apontaram que o processo de regulariza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o, quanto \u00e0 modalidade falada, da mudan\u00e7a de \u201ceu\u201d por \u201cmim\u201d, pode estar em estado avan\u00e7ado, devido aos comp\u00eandios gramaticais n\u00e3o darem conta dessa variedade de uso que se realiza nas diferentes situa\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>No oitavo cap\u00edtulo, <em>Concord\u00e2ncia verbal numa perspectiva de ensino variacionista<\/em>, Laura Rayssa Miranda Viana e Silvana Andrade Martins analisaram o impacto de um novo m\u00e9todo de ensino de gram\u00e1tica na aprendizagem de alunos do 9\u00ba ano em uma escola p\u00fablica de Manaus. Seu objetivo foi verificar se o uso de estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas focadas na varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica e na compreens\u00e3o das regras gramaticais poderia melhorar o aprendizado dos alunos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 concord\u00e2ncia verbal.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Em seguida, no pen\u00faltimo cap\u00edtulo escrito por Francine Pacheco Leite Barbosa e Silvana Andrade Martins, <em>Neurolingu\u00edstica aplicada \u00e0 memoriza\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica de palavras compostas<\/em>, as autoras abordam a efic\u00e1cia da Programa\u00e7\u00e3o Neurolingu\u00edstica (PNL) no ensino da ortografia de palavras compostas, em que poderia ou n\u00e3o ocorrer h\u00edfen de acordo com as regras ortogr\u00e1ficas do portugu\u00eas. Os resultados da pesquisa sugerem que a PNL pode ser uma boa op\u00e7\u00e3o, quando combinada com t\u00e9cnicas visuais, o ensino da ortografia, al\u00e9m de destacar a relev\u00e2ncia de se explorar novas metodologias de ensino para melhorar o processo de aprendizagem dos alunos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Por fim, no \u00faltimo cap\u00edtulo intitulado <em>A nova ortografia: da \u201cdescoberta\u201d territorial \u00e0 \u201cconquista\u201d do ideal ortogr\u00e1fico<\/em>, de Jaircleisson Costa da Silva e Franklin Roosevelt Martins de Castro, foi realizada uma pesquisa na qual apresentaram um panorama hist\u00f3rico sobre o Portugu\u00eas brasileiro durante o Brasil-col\u00f4nia, e a quest\u00e3o do poder de se legislar sobre a l\u00edngua portuguesa. O estudo objetivava a busca acerca da exist\u00eancia de uma l\u00edngua genuinamente brasileira. Segundo os autores, ap\u00f3s a Independ\u00eancia, coube aos poetas e escritores os ideais de uma l\u00edngua realmente brasileira, por meio da introdu\u00e7\u00e3o de elementos lingu\u00edsticos comuns aos brasileiros, como a l\u00edngua coloquial das ruas, das pra\u00e7as, do cotidiano etc. De forma geral, o cap\u00edtulo explana a tensa rela\u00e7\u00e3o referente \u00e0 polariza\u00e7\u00e3o luso-brasileira, devido ao Acordo Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa enquanto pol\u00edtica lingu\u00edstica, ou seja, quem deve exercer o direito de legislar sobre a l\u00edngua portuguesa, que \u00e9 a causa de um constante conflito entre ambos os pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:1px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:0px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>As pesquisas apresentadas em <em>A fala manauara II: varia\u00e7\u00e3o e ensino<\/em> trazem contribui\u00e7\u00f5es relevantes para quem deseja conhecer ou aprofundar seus conhecimentos sobre a variedade do portugu\u00eas falado em Manaus e para docentes em seus ensinos gramaticais. Que a leitura dos estudos aqui reunidos fortale\u00e7a o conhecimento sobre a identidade lingu\u00edstica do manauara e traga subs\u00eddios para a pr\u00e1tica docente no ensino de gram\u00e1tica do portugu\u00eas, bem como contribua com futuras pesquisas e com a l\u00edngua portuguesa brasileira como um instrumento de comunica\u00e7\u00e3o social diversificado e detentora de diferentes formas de uso da norma.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:25px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. 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