{"id":1695,"date":"2024-06-26T15:41:38","date_gmt":"2024-06-26T19:41:38","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695"},"modified":"2024-06-27T10:13:50","modified_gmt":"2024-06-27T14:13:50","slug":"a-identidade-social-e-subjetiva-da-comunidade-lgbtqiapn-estudos-sobre-a-diversidade-de-genero-e-sexual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695","title":{"rendered":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa raz\u00e3o, no dia 28 de junho \u00e9 celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+. Assim, a Editora UEA indica como livro do m\u00eas a obra <em>Do inef\u00e1vel ao af\u00e1vel: ensaios sobre sexualidade, g\u00eanero e estudos<\/em> <em>Queer<\/em>, organizado pelo Prof. Dr., engajado com os movimentos sociais, M\u00e1rio C\u00e9sar Lugarinho. Lan\u00e7ado em 2013, no d\u00e9cimo primeiro anivers\u00e1rio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos Trans-Homocultura (ABETH), uma entidade que fomenta pesquisas sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero, a obra re\u00fane dez trabalhos de diversos pesquisadores sobre a comunidade LGBTQIAPN+, sua participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, social e liter\u00e1ria. O impacto foi tal que seus artigos foram catalisadores nos debates acerca da import\u00e2ncia das causas <em>queer<\/em> e suas rela\u00e7\u00f5es com o Estado democr\u00e1tico, trazendo, com isso, luz para assuntos necess\u00e1rios e cruciais da comunidade.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O primeiro trabalho apresentado \u00e9 da autora T\u00e2nia Ramos, intitulado o ensaio <em>G\u00eanero e Sexualidade em A queda para o alto<\/em>, que discorresobre a autobiografia e a quest\u00e3o da identidade de g\u00eanero abordadas na obra de Anderson \u201cBigode\u201d Herzer, publicado originalmente em 1982. Neste primeiro cap\u00edtulo, s\u00e3o discutidas as diferen\u00e7as relativas a g\u00eanero e sexualidade suscitados pelo livro de Herzer, trazendo o relato de um adolescente transmasculino em prosa e poemas a respeito da identidade trans e das adversidades acerca da viv\u00eancia fora dos \u201cpadr\u00f5es\u201d cisheteronormativos impostos pela sociedade. Assim, Ramos traz em seu texto uma reflex\u00e3o sobre o g\u00eanero e sua pluraliza\u00e7\u00e3o a partir da hist\u00f3ria de Herzer, al\u00e9m de ressaltar a import\u00e2ncia dos direitos civis aos transexuais\/transg\u00eaneros para que garantam seu direito \u00e0 vida.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O trabalho seguinte,<em> Sobre Geni e Gisberta: baladas e amores tr\u00e1gicos (ou um relato de uma experi\u00eancia est\u00e9tica dupla, acompanhado de alguns poetas e poemas)<\/em>, do professor Emerson da Cruz In\u00e1cio, relembra o caso da transexual brasileira Gisberta Sauce Junior, que foi torturada e assassinada brutalmente por um crime de \u00f3dio. O autor do ensaio exp\u00f5e sua vis\u00e3o social cr\u00edtica e po\u00e9tica sobre o indiv\u00edduo travesti. No cap\u00edtulo, \u00e9 apresentada uma den\u00fancia social, na qual a aceita\u00e7\u00e3o da concep\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica e ontol\u00f3gica sobre a identidade travesti e a idealiza\u00e7\u00e3o do seu corpo reguladas ao fetiche e ao sexo descartam sua express\u00e3o subjetiva, art\u00edstica e pluralizada nas quest\u00f5es de g\u00eanero. A reivindica\u00e7\u00e3o do movimento LGBTQIAPN+ por pol\u00edticas p\u00fablicas colaboram para que o indiv\u00edduo travesti tenha mais acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, seja inserido no mercado de trabalho e participe ativamente da pol\u00edtica, n\u00e3o somente para que a marginaliza\u00e7\u00e3o da pessoa travesti deixe de ser t\u00e3o agravante, mas tamb\u00e9m para o enfrentamento da desigualdade sexual e de g\u00eanero.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O terceiro trabalho presente no livro, <em>A homocultura no Brasil: estudos contempor\u00e2neos<\/em>, de Wilton Garcia, investiga a homocultura e mostra as suas implica\u00e7\u00f5es nas quest\u00f5es econ\u00f4micas, socioculturais, pol\u00edticas e identit\u00e1rias, evidenciando os estudos sobre a causa LGBTQIAPN+ como uma teoria pol\u00edtica j\u00e1 presente no campo cient\u00edfico. O autor divide sua pesquisa em quatro partes: <em>Sobre ci\u00eancia (a flexibilidade do estudo cient\u00edfico e os seus paradigmas)<\/em>; <em>Sobre homocultura (relev\u00e2ncia da homocultura como objeto de estudo)<\/em>; <em>Sobre diversidade (enfrentamento da diversidade \u00e0s desigualdades sociais)<\/em> e <em>Sobre universidade (espa\u00e7o reflexivo e propositivo na universidade que desenvolve di\u00e1logos com a sociedade)<\/em>. Nesse sentido, o autor conclui que a homocultura \u00e9 uma linha de pesquisa e estudo acerca do conhecimento inter-multi-transdisciplinar da presen\u00e7a e influ\u00eancia LGBTQIAPN+ na sociedade e uma contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 causa e sua rela\u00e7\u00e3o aos Direitos Humanos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lindomar Expedito Silva Dar\u00f3s disserta sobre a ado\u00e7\u00e3o de filhos por casais n\u00e3o cisheteronormativos, no quarto trabalho, denominado<em> Ado\u00e7\u00e3o de filhos por casais homossexuais <\/em>\u2014 <em>arranjo familiar poss\u00edvel?<\/em> A homoparentalidade, termo criado pela Associa\u00e7\u00e3o de Pais e Futuros Pais Gays e L\u00e9sbicas (APGL), \u00e9 a luta jur\u00eddica pelo direito de ado\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de n\u00facleos familiares al\u00e9m da \u201cfam\u00edlia tradicional\u201d. Como retrata o autor sobre essa discuss\u00e3o, \u201ch\u00e1 que se colocar uma an\u00e1lise, n\u00e3o apenas do ponto de vista do Direito \u2014 mas em uma dimens\u00e3o \u00e9tico-pol\u00edtica \u2014, como proceder nas situa\u00e7\u00f5es em que casais homossexuais se prop\u00f5em \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as\/adolescentes\u201d (p. 47). Por isso, \u00e9 relevante apontar a import\u00e2ncia da pesquisa acad\u00eamica voltada ao cotidiano das interven\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas nas Varas de Inf\u00e2ncia e Juventude, a discutir e solucionar as quest\u00f5es relacionadas \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de filhos por casais n\u00e3o heterossexuais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O quinto trabalho, <em>Surpresas do naturalismo luso-brasileiro: Bom Crioulo, de Adolfo de Caminha, e o Bar\u00e3o de Lavos, de Abel Botelho<\/em> por Hor\u00e1cio Costa, \u00e9 uma an\u00e1lise do contexto dessas obras liter\u00e1rias e seus discursos tem\u00e1ticos provenientes do naturalismo internacional e o modo que est\u00e3o inseridos. Com \u00eanfase em <em>Bom Crioulo<\/em>, o autor aponta que a obra tende a ser mais objetiva em rela\u00e7\u00e3o ao amor dos personagens, Amaro e Aleixo, enquanto em <em>Bar\u00e3o de Lavos<\/em>, com os personagens D. Sebasti\u00e3o Pires de Castro e Noronha e Eug\u00e9nio, o car\u00e1ter da obra \u00e9 \u201cpatol\u00f3gico\u201d, carregando um teor narrativo mais cient\u00edfico. A obra de Caminha passou a despertar aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico e da cr\u00edtica nos estudos liter\u00e1rios atuais por conta da sua est\u00e9tica e ideologia expostas, apesar de ter sofrido um boicote em seu tempo na Rep\u00fablica das Letras, por conta do tema \u201cdesviante\u201d do livro. J\u00e1 <em>Bar\u00e3o de Lavos<\/em> n\u00e3o resistiu \u00e0s leituras atuais, tornando-se vinculado ao seu eixo funcional e liter\u00e1rio datado. As pesquisas voltadas para essas literaturas abrem reflex\u00f5es sobre o homoerotismo e estimula discuss\u00f5es morais, ideol\u00f3gicas, sociais, estil\u00edsticas e culturais relacionadas ao tema.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <em>Agenciamentos de g\u00eanero nas literaturas africanas de L\u00edngua Portuguesa: um caso caboverdiano<\/em>, sexto trabalho apresentado, Mario C\u00e9sar Lugarinho aponta a atua\u00e7\u00e3o dos agenciamentos de g\u00eanero que se prop\u00f5em a evidenciar a emerg\u00eancia das identidades n\u00e3o normativas nas literaturas. A partir disso, o autor disserta a respeito dessas identidades \u201cdesviantes\u201d da norma, tomando-as como objeto de estudo. As an\u00e1lises e discuss\u00f5es feitas pelo autor a respeito dos estudos de g\u00eanero se deram em v\u00e1rias vis\u00f5es, como a supera\u00e7\u00e3o do binarismo, a inclus\u00e3o da identidade <em>queer<\/em> e at\u00e9 mesmo a relativiza\u00e7\u00e3o das identidades normativas. A obra <em>Marginais<\/em>, escrita por Evel Rocha, conta a hist\u00f3ria de S\u00e9rgio Pitboy, que registra a express\u00e3o de v\u00e1rias identidades de g\u00eanero e sexuais no contexto da periferia caboverdiana. Lugarinho traz uma reflex\u00e3o a partir da obra, entrela\u00e7ando \u00e0 teoria <em>queer<\/em>, de modo a transparecer a pluralidade das manifesta\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e criticando sua conten\u00e7\u00e3o pela l\u00f3gica bin\u00e1ria e os pap\u00e9is sociais pr\u00e9-estabelecidos que surgiram a partir dela.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Inverted Aesthetics: Pessoa, Campos and Ant\u00f3nio Botto\u2019s Can\u00e7\u00f5es<\/em> \u00e9 o s\u00e9timo trabalho da colet\u00e2nea, apresentado por Mark Sabine, professor e pesquisador dos Estudos Lus\u00f3fonos na Universidade de Nottingham. Ele examina a cr\u00edtica liter\u00e1ria dos escritos de Fernando Pessoa sobre <em>Can\u00e7\u00f5es, <\/em>cujo autor contempor\u00e2neo se chama Ant\u00f3nio Botto, e sua rela\u00e7\u00e3o com os princ\u00edpios nietzschianos apol\u00edneos (manifesta\u00e7\u00f5es exatas e harm\u00f4nicas) e dionis\u00edacos (manifesta\u00e7\u00f5es aut\u00eanticas e apaixonadas). Fernando Pessoa, ort\u00f4nimo, e \u00c1lvaro de Campos, heter\u00f4nimo, escreveram cartas que abordam a not\u00e1vel intersec\u00e7\u00e3o entre \u00e9tica e est\u00e9tica na representa\u00e7\u00e3o do desejo sexual, com a tentativa de evitar as imposi\u00e7\u00f5es morais sobre a criatividade liter\u00e1ria e a reflex\u00e3o do espa\u00e7o do erotismo (especialmente o homoerotismo) na arte.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No artigo de Jorge Ca\u00ea e Aldo Victorio Filho, <em>A roupa de baixo que te deixa por cima<\/em>, oitavo trabalho disposto no livro, os autores realizam uma associa\u00e7\u00e3o da cueca, al\u00e9m de seu uso cotidiano, com o mundo e cultura da moda, passando a ter um valor identit\u00e1rio nas m\u00eddias gays. A partir dessa perspectiva, \u00e9 examinado o peri\u00f3dico <em>Junior<\/em>, da <em>Glossy gay<\/em>, revista voltada para l\u00e9sbicas e gays economicamente bem sucedidos. A cultura visual referente ao exibicionismo da imagem do corpo masculino apresentada nos editoriais de moda n\u00e3o est\u00e1 somente inclinada para o gosto est\u00e9tico, mas tamb\u00e9m \u00e0 quest\u00e3o do uso e abuso da imposi\u00e7\u00e3o de uma certa \u201csuperioridade\u201d de uma apar\u00eancia est\u00e9tica comercial e das quest\u00f5es sexuais que aproximam a comunidade homossexual. Por tanto, a cueca \u00e9, de certa forma, considerada um design identit\u00e1rio baseado na figura, sexualidade e sensibilidade homossexual masculina.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Almerindo Cardoso Sim\u00f5es Junior tem como objetivo, em seu trabalho <em>Desconstruindo o discurso: encontros entre An\u00e1lise do Discurso e teoria queer<\/em>, fazer a rela\u00e7\u00e3o entre essas duas teorias em ascens\u00e3o nos estudos contempor\u00e2neos, a fim de contribuir para as ci\u00eancias humanas em geral e para a cultura LGBTQIAPN+. O autor promove uma reflex\u00e3o sobre o poder no discurso segundo os estudos de Foucault a respeito da sexualidade. O discurso \u00e9 um elemento social, dando voz ao sujeito ao mesmo tempo que silencia como um elemento repressor. Desse modo, Junior destaca o questionamento das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero \u00e0 subjetividade plural, que surge pela liga\u00e7\u00e3o da AD \u00e0 teoria <em>queer<\/em>, visando uma cr\u00edtica ao discurso da sexualidade e sua (re)avalia\u00e7\u00e3o sist\u00eamica, tra\u00e7ando um paralelo entre cultura e pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por \u00faltimo, Gl\u00e1ucio Aranha, em seu trabalho nomeado <em>Cultura pop japonesa e g\u00eanero imprevisibilidade na recep\u00e7\u00e3o do mang\u00e1 yaoi no Brasil<\/em>, investiga a influ\u00eancia da ind\u00fastria cultural japonesa no espa\u00e7o contempor\u00e2neo brasileiro e suas identidades sexuais. A fun\u00e7\u00e3o social do <em>yaoi, <\/em>no Jap\u00e3o, por muito tempo, foi romper com os pap\u00e9is sociais de g\u00eanero, trazendo a narrativa entre dois personagens masculinos que se relacionam como iguais, visto que as mulheres eram reprimidas nas rela\u00e7\u00f5es amorosas pelo sistema hier\u00e1rquico patriarcal. Uma pesquisa investigativa foi aplicada para verificar a recep\u00e7\u00e3o do mang\u00e1 <em>yaoi<\/em> no Brasil. O autor declara que, no Brasil, o g\u00eanero possui um valor identit\u00e1rio, diferente do Jap\u00e3o, onde a homossexualidade foi enxergada por muito tempo apenas como uma \u201cpr\u00e1tica\u201d. Apesar do preconceito sobre a diversidade sexual no Jap\u00e3o estar presente na pol\u00edtica, h\u00e1 um avan\u00e7o na luta pelos direitos da comunidade, como a aprova\u00e7\u00e3o do projeto de lei contra a discrimina\u00e7\u00e3o de pessoas LGBTQIAPN+ no dia 16 de junho de 2023, evidenciando a conquista desses indiv\u00edduos no \u00e2mbito socio-pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O rol de pesquisas desenvolvidas e evidenciadas no livro <em>Do inef\u00e1vel ao af\u00e1vel: ensaios sobre sexualidade, g\u00eanero e estudos Queer<\/em> s\u00e3o relevantes para o campo cient\u00edfico, uma vez que a participa\u00e7\u00e3o da comunidade LGBTQIAPN+ na sociedade nos mostra a import\u00e2ncia da diversidade de g\u00eanero e sexual na pol\u00edtica, cultura, ci\u00eancia e hist\u00f3ria. A identidade <em>queer<\/em> n\u00e3o pode ser apagada das pesquisas e estudos cient\u00edficos, j\u00e1 que o \u00e2mbito acad\u00eamico e cient\u00edfico deve dialogar com a sociedade e para a sociedade, visibilizando vozes que constantemente tentam apagar, mas que resistiram e continuaram a reivindicar seus direitos e seu espa\u00e7o no mundo.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ueaeditora\/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/UEAeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ueaeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a>!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita,&nbsp;<a href=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/1174\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acesse aqui<\/a>!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":1696,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_uag_custom_page_level_css":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[183],"tags":[198,444,442,200],"class_list":["post-1695","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-resenha","tag-editora","tag-lgbtqiapn","tag-pride","tag-resenha"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 5.0.1.1 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"description\" content=\"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa\" \/>\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"Adonai Oliveira\"\/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 5.0.1.1\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"-\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:description\" content=\"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:secure_url\" content=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:published_time\" content=\"2024-06-26T19:41:38+00:00\" \/>\n\t\t<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-06-27T14:13:50+00:00\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:description\" content=\"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"BlogPosting\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#blogposting\",\"name\":\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\\u00eanero -\",\"headline\":\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\\u00eanero\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?author=12#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/#organization\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1.png\",\"width\":8334,\"height\":6250},\"datePublished\":\"2024-06-26T15:41:38-04:00\",\"dateModified\":\"2024-06-27T10:13:50-04:00\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#webpage\"},\"articleSection\":\"resenhas, editora, lgbtqiapn+, pride, resenha\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?cat=183#listItem\",\"name\":\"resenhas\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?cat=183#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"resenhas\",\"item\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?cat=183\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#listItem\",\"name\":\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\\u00eanero\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\\u00eanero\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?cat=183#listItem\",\"name\":\"resenhas\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/#organization\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/01\\\/editora_marca-edited.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695\\\/#organizationLogo\",\"width\":1241,\"height\":698},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695\\\/#organizationLogo\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?author=12#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?author=12\",\"name\":\"Adonai Oliveira\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/c8fc1660808b3ebff163a72a9a4c2c3c0f3ce73c3a09ddcfcddf5aa365f882fc?s=96&d=mm&r=g\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"Adonai Oliveira\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695\",\"name\":\"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\\u00eanero -\",\"description\":\"No m\\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \\u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \\u201cRevolta de Stonewall\\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?author=12#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?author=12#author\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695\\\/#mainImage\",\"width\":8334,\"height\":6250},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/?p=1695#mainImage\"},\"datePublished\":\"2024-06-26T15:41:38-04:00\",\"dateModified\":\"2024-06-27T10:13:50-04:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/editora.uea.edu.br\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -","description":"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa","canonical_url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#blogposting","name":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -","headline":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero","author":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/#organization"},"image":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1.png","width":8334,"height":6250},"datePublished":"2024-06-26T15:41:38-04:00","dateModified":"2024-06-27T10:13:50-04:00","inLanguage":"pt-BR","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#webpage"},"articleSection":"resenhas, editora, lgbtqiapn+, pride, resenha"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/editora.uea.edu.br","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183#listItem","name":"resenhas"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183#listItem","position":2,"name":"resenhas","item":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#listItem","name":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#listItem","position":3,"name":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183#listItem","name":"resenhas"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/#organization","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/","logo":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695\/#organizationLogo","width":1241,"height":698},"image":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695\/#organizationLogo"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12#author","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12","name":"Adonai Oliveira","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#authorImage","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c8fc1660808b3ebff163a72a9a4c2c3c0f3ce73c3a09ddcfcddf5aa365f882fc?s=96&d=mm&r=g","width":96,"height":96,"caption":"Adonai Oliveira"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#webpage","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695","name":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -","description":"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa","inLanguage":"pt-BR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12#author"},"image":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1.png","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695\/#mainImage","width":8334,"height":6250},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695#mainImage"},"datePublished":"2024-06-26T15:41:38-04:00","dateModified":"2024-06-27T10:13:50-04:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/#website","url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/","inLanguage":"pt-BR","publisher":{"@id":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_BR","og:site_name":"-","og:type":"article","og:title":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -","og:description":"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa","og:url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695","og:image":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png","og:image:secure_url":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png","article:published_time":"2024-06-26T19:41:38+00:00","article:modified_time":"2024-06-27T14:13:50+00:00","twitter:card":"summary_large_image","twitter:title":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero -","twitter:description":"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa","twitter:image":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/editora_marca-edited.png"},"aioseo_meta_data":{"post_id":"1695","title":null,"description":null,"keywords":[],"keyphrases":{"focus":{"keyphrase":"","score":0,"analysis":{"keyphraseInTitle":{"score":0,"maxScore":9,"error":1}}},"additional":[]},"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":null,"og_description":null,"og_object_type":"default","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":"","og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":[],"twitter_use_og":false,"twitter_card":"default","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"BlogPosting","isEnabled":true},"graphs":[]},"schema_type":"default","schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":"-1","robots_max_videopreview":"-1","robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":"default","local_seo":null,"limit_modified_date":false,"created":"2024-06-26 19:43:58","updated":"2026-07-27 10:29:09","ai":null,"breadcrumb_settings":null,"seo_analyzer_scan_date":null,"focus_keyword":null,"additional_keywords":null,"truseo_locale":null},"aioseo_breadcrumb":"<div class=\"aioseo-breadcrumbs\"><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\" title=\"Home\">Home<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">&raquo;<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\t<a href=\"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183\" title=\"resenhas\">resenhas<\/a>\n\t\t<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb-separator\">&raquo;<\/span><span class=\"aioseo-breadcrumb\">\n\t\t\tA identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero\n\t\t<\/span><\/div>","aioseo_breadcrumb_json":[{"label":"Home","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br"},{"label":"resenhas","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?cat=183"},{"label":"A identidade social e subjetiva da comunidade LGBTQIAPN+: estudos sobre a diversidade sexual e de g\u00eanero","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1695"}],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1.png",8334,6250,false],"thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-150x150.png",150,150,true],"medium":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-300x225.png",300,225,true],"medium_large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-768x576.png",768,576,true],"large":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-800x600.png",800,600,true],"1536x1536":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-1536x1152.png",1536,1152,true],"2048x2048":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-2048x1536.png",2048,1536,true],"codesigner-thumb":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-400x400.png",400,400,true],"woocommerce_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-200x296.png",200,296,true],"woocommerce_single":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-200x150.png",200,150,true],"woocommerce_gallery_thumbnail":["https:\/\/editora.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/do-inefavel-ao-afavel-BLOG_1-100x100.png",100,100,true]},"uagb_author_info":{"display_name":"Adonai Oliveira","author_link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?author=12"},"uagb_comment_info":1,"uagb_excerpt":"No m\u00eas do Orgulho LGBTQIAPN+, \u00e9 celebrada a luta pelos direitos de igualdade e respeito desta comunidade, que se deu in\u00edcio no dia 28 de junho de 1969 e ficou mundialmente conhecida como a \u201cRevolta de Stonewall\u201d. Um ano depois (1970), nesta mesma data, ocorreu a primeira marcha do orgulho, em Nova York, por essa&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1695","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1695"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1695\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1706,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1695\/revisions\/1706"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1696"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1695"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1695"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1695"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}