{"id":1685,"date":"2024-05-29T10:53:33","date_gmt":"2024-05-29T14:53:33","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1685"},"modified":"2024-05-29T10:54:43","modified_gmt":"2024-05-29T14:54:43","slug":"teatro-ficcao-e-amazonas-um-arquivo-de-analises-criticas-sobre-as-obras-de-marcio-souza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1685","title":{"rendered":"Teatro, fic\u00e7\u00e3o e Amazonas: um arquivo de an\u00e1lises cr\u00edticas sobre as obras de M\u00e1rcio Souza"},"content":{"rendered":"\n<p>A Editora UEA indica a obra <em>O mostrador da derrota: estudos sobre teatro e fic\u00e7\u00e3o de M\u00e1rcio Souza<\/em>, que se apresenta como um arquivo cr\u00edtico das obras de M\u00e1rcio Souza, reunindo ensaios, artigos e resenhas de professores e pesquisadores sobre o autor amazonense. O livro \u00e9 um convite para a leitura das produ\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias do escritor analisado e releitura para aqueles que j\u00e1 o conhecem. Nele h\u00e1 uma divis\u00e3o de tem\u00e1ticas para an\u00e1lise: \u201cteatro\u201d e \u201cfic\u00e7\u00e3o\u201d. Os organizadores da colet\u00e2nea s\u00e3o os professores doutores Allison Le\u00e3o e Marcos Frederico Kr\u00fcger.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">TEATRO<\/p>\n\n\n\n<p>A parte 1 do livro \u00e9 focada no recorte \u201cteatro\u201d e possui dois trabalhos analisando os aspectos dramat\u00fargicos das obras de M\u00e1rcio Souza. O primeiro, <em>Um mito teatralizado: A paix\u00e3o de Ajuricaba<\/em>, por Marcos Frederico Kr\u00fcger, examina a trag\u00e9dia de Ajuricaba, l\u00edder da resist\u00eancia das tribos ind\u00edgenas do Rio Negro contra os colonizadores portugueses na terceira d\u00e9cada do s\u00e9culo XVIII. O enredo da hist\u00f3ria se concentra nos conflitos entre o povo de Ajuricaba e os europeus, provocando at\u00e9 mesmo ataques a tribos que estavam contr\u00e1rias aos interesses do her\u00f3i. Ajuricaba acaba sendo capturado mais tarde ap\u00f3s conflitos sangrentos, mas pulou da canoa que ia para Bel\u00e9m, desaparecendo sem deixar rastros e se consagrando como s\u00edmbolo de coragem, liberdade e inspira\u00e7\u00e3o, semelhante ao sebastianismo. Termina, ent\u00e3o, a primeira resist\u00eancia organizada de forma tr\u00e1gica contra o colonialismo portugu\u00eas. A rela\u00e7\u00e3o da obra com o teatro \u00e9 estabelecida em alguns momentos da obra, como quando Ajuricaba, como tuxaua manau, tem uma ascend\u00eancia, como diz Arist\u00f3teles sobre o tr\u00e1gico como uma imita\u00e7\u00e3o de seres superiores, al\u00e9m da profunda rela\u00e7\u00e3o com os cl\u00e1ssicos da trag\u00e9dia grega, uma vez que o her\u00f3i se enquadra no homem ideal e sonhado pelos gregos. O estudo geral da obra refor\u00e7a que as concep\u00e7\u00f5es art\u00edsticas at\u00edpicas servem como uma ressurrei\u00e7\u00e3o de fontes primitivas anteriores at\u00e9 mesmo aos mitos, sendo uma excelente adapta\u00e7\u00e3o de um texto tr\u00e1gico para a realidade amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O ensaio de Zemaria Pinto, <em>Deuses, her\u00f3is, buf\u00f5es: uma dramaturgia amaz\u00f4nica<\/em>, \u00e9 o segundo e \u00faltimo trabalho da primeira parte do livro, come\u00e7ando pela apresenta\u00e7\u00e3o das premissas do teatro e o g\u00eanero dramat\u00fargico. O autor divide as obras dram\u00e1ticas do escritor em quatro blocos: pe\u00e7as m\u00edticas, trag\u00e9dias amaz\u00f4nicas, chanchadas amaz\u00f4nicas e pe\u00e7as cariocas. \u201cDessana\u201d, com a cosmogonia apresentada do mito da cria\u00e7\u00e3o e explica\u00e7\u00e3o cultural e \u201cA maravilhosa hist\u00f3ria do sapo Tar\u00f4-Bequ\u00ea\u201d, com o direcionamento de uma moral ao p\u00fablico infantil, s\u00e3o pe\u00e7as m\u00edticas. \u201cA paix\u00e3o de Ajuricaba\u201d possui, no romance, elementos m\u00edsticos e religiosos, enquanto \u201cPequeno teatro da felicidade\u201d configura o enredo com metalinguagem, uma pe\u00e7a dentro da pe\u00e7a, sem a tem\u00e1tica ind\u00edgena; ambas as obras s\u00e3o trag\u00e9dias amaz\u00f4nicas. Nas chanchadas amaz\u00f4nicas, \u201cAs folias do l\u00e1tex\u201d conta sobre a cria\u00e7\u00e3o do Teatro Amazonas, o mais glorioso s\u00edmbolo do ciclo da borracha, e \u201cA resist\u00edvel ascens\u00e3o do Boto Tucuxi\u201d apresenta Manaus e sua decad\u00eancia de Paris dos Tr\u00f3picos a ru\u00ednas, durante o per\u00edodo da Segunda Guerra Mundial. Por fim, as pe\u00e7as cariocas tratam de ambienta\u00e7\u00f5es fora do Amazonas e temas historicamente superados, como em \u201cO elogio da pregui\u00e7a\u201d e \u201cA\u00e7\u00e3o entre amigos\u201d, ambas com tem\u00e1ticas pol\u00edticas cr\u00edticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pinto ressalta que M\u00e1rcio Souza n\u00e3o \u00e9 apenas um escritor liter\u00e1rio regionalista, j\u00e1 que s\u00e3o discutidas nas obras a rela\u00e7\u00e3o do homem contempor\u00e2neo com as pr\u00e1ticas, h\u00e1bitos e mentalidades sociais, temas que n\u00e3o se restringem ao regional.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">FIC\u00c7\u00c3O<\/p>\n\n\n\n<p>A parte 2 do livro discute sobre o tema da \u201cfic\u00e7\u00e3o\u201d presente nas obras de M\u00e1rcio Souza<em>. Galvez, Imperador do Acre: uma leitura<\/em>, por Neide Gondim, \u00e9 o primeiro da ordem dos trabalhos expostos. A hist\u00f3ria retrata a dicotomia entre a pol\u00edtica governamental e os coletores de l\u00e1tex, e tamb\u00e9m os mitos ind\u00edgenas revelados depois de serem escondidos pelos brancos por muito tempo. Protagonizada pelo her\u00f3i Dom Luiz Galvez Rodrigues de \u00c1ria, personagem que foi para o extremo norte a fim de enriquecer. Um ponto marcante na obra \u00e9 a configura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas narradores: narrador-autobiogr\u00e1fico, narrador-cr\u00edtico e narrador-alinhavador, este \u00faltimo com o prop\u00f3sito de alinhar a narrativa \u00e0 realidade, desmistificando a Amaz\u00f4nia. Para a autora, M\u00e1rcio Souza \u201cse socorre da hist\u00f3ria, n\u00e3o a encobrindo com falso moralismo, ufanismo regionalista, o apego ao tel\u00farico ou paternalismo\u201d (p.73). A sociedade regional fica ref\u00e9m da manipula\u00e7\u00e3o da economia regional por pessoas com interesses divergentes. O rompimento do regionalismo acontece quando o autor perpassa os limites tem\u00e1ticos, trazendo universalidade \u00e0 obra.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, o trabalho <em>Na garganta da selva: as mem\u00f3rias de Galvez e a representa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria da Amaz\u00f4nia<\/em>, Marco Aur\u00e9lio Coelho de Paiva discute sobre a relev\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia no Movimento Modernista de 1922, que supera e rejeita o academismo passadista que s\u00f3 exp\u00f5e a literatura regional em exotismo e aventuras, mostrando tamb\u00e9m que o M\u00e1rcio Souza tem como objetivo realizar um diagn\u00f3stico e um di\u00e1logo com a tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria constru\u00edda sobre a Amaz\u00f4nia al\u00e9m do que j\u00e1 \u00e9 proposto por literatura regional, interpretando a regi\u00e3o e destacando mais os atores sociais regionais do que a paisagem como em antigos movimentos liter\u00e1rios. \u00c9 evidente que o escritor amazonense recebeu fortes influ\u00eancias modernistas de Oswald de Andrade. Paiva tamb\u00e9m comenta a atua\u00e7\u00e3o do narrador-alinhavador em \u201cGalvez, o imperador do Acre\u201d, pontuando a sua interfer\u00eancia na narrativa para chamar a aten\u00e7\u00e3o do leitor para os exageros do anti-her\u00f3i e completando as partes incompletas. A Amaz\u00f4nia \u201ccarnavalizada\u201d (\u201ca carnavaliza\u00e7\u00e3o da literatura\u201d \u00e9 um conceito explorado por Bakhtin na sua obra <em>Problemas da po\u00e9tica de Dostoi\u00e9vski<\/em>) \u00e9 uma mescla da linguagem e tem\u00e1tica que M\u00e1rcio Souza utiliza desses recursos para representar o contexto amaz\u00f4nico de forma que ningu\u00e9m mais o fazia na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>O romance \u201cOpera\u00e7\u00e3o Sil\u00eancio\u201d, de M\u00e1rcio Souza, \u00e9 analisado por Nicia Petreceli Zucolo, questionando na obra o que de fato \u00e9 o Brasil e a sua rela\u00e7\u00e3o da arte com a pol\u00edtica. O escritor utiliza-se da figura de Oswald de Andrade como resist\u00eancia e consci\u00eancia intelectual. Al\u00e9m disso, segundo a autora, o livro \u00e9 um painel cultural, contemplando diretores, atores, atrizes, personalidades e filmes que se consagraram como refer\u00eancias em suas \u00e9pocas. O protagonista da obra, Paulo Conti, \u00e9 um sobrevivente que une o cinema e a literatura com uma consci\u00eancia pol\u00edtica que foi reprimida pela Ditadura Militar, que censurou os cineastas e os transformou em homens que apenas faziam filmes. Para resistir e lutar, ficou impl\u00edcito que a arte era o instrumento necess\u00e1rio. Conti consegue vencer com seu filme sobre coloniza\u00e7\u00e3o e mant\u00e9m seu sonho intacto de um futuro melhor.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Os antili\u00e7\u00f5es do riso: O brasileiro voador<\/em> \u00e9 um ensaio de Allison Le\u00e3o sobre o s\u00e9timo romance de M\u00e1rcio Souza, que teve seu formato em folhetim. A an\u00e1lise proposta \u00e9 referente \u00e0 imbrica\u00e7\u00e3o entre subjetividade e historicidade na obra. Santos Dumont \u00e9 o personagem principal do enredo liter\u00e1rio e fict\u00edcio &nbsp;&nbsp;Le\u00e3o cita o conceito de Hutcheon (1991) para explicar a caracter\u00edstica narrativa do livro a \u201cmetafic\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica\u201d, pois a obra \u00e9 autorreflexiva e chama a aten\u00e7\u00e3o para a textualidade do passado, enchendo de parodiza\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o. O romance sugere leveza, pois n\u00e3o se prendeu ao discurso hist\u00f3rico grandiloquente e tamb\u00e9m n\u00e3o imp\u00f4s um moralismo subjetivo.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Entre as margens da teoria e a correnteza da fantasia: um estudo sobre O Fim do Terceiro Mundo<\/em>, trabalho de V\u00e2nia Pimentel, analisa a inser\u00e7\u00e3o de Manaus no s\u00e9culo XX e seu contexto socioecon\u00f4mico na obra de M\u00e1rcio Souza. A intertextualidade faz-se presente no romance com uma mescla de personagens fict\u00edcios (Pietro Pietra Jr., Iaci e Ceuci) e reais (o pr\u00f3prio autor, Lygia Fagundes Telles, Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro etc.), o que traz comicidade na interatividade desses personagens. A Amaz\u00f4nia representada na hist\u00f3ria \u00e9 ex\u00f3tica e fant\u00e1stica, trazendo verossimilhan\u00e7a ao passo que a nega. A intertextualidade tamb\u00e9m serve de pretexto para abordagens de assuntos mais pol\u00eamicos, como Capitalismo x Socialismo. O escritor consegue usar a alegoria como meio de discutir quest\u00f5es relevantes sobre a Amaz\u00f4nia, at\u00e9 o desfecho da narrativa. O car\u00e1ter documental da hist\u00f3ria \u00e9 passado pela forma fant\u00e1stica de modo a tornar a leitura din\u00e2mica e c\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>A Caligrafia de Deus: ilus\u00e3o e trag\u00e9dia nos tr\u00f3picos<\/em>, por Ten\u00f3rio Telles, analisa os cinco contos presentes no livro hom\u00f4nimo. M\u00e1rcio Souza compromete-se com a realidade da vida e seu presente hist\u00f3rico, levando \u00e0 reflex\u00e3o da dura realidade do Amazonas na fic\u00e7\u00e3o: a luta de classes. \u201cA Caligrafia de Deus\u201d tem como tema a mis\u00e9ria, as drogas, o desemprego, o desenraizamento cultural, o meio ambiente, a viol\u00eancia numa ambienta\u00e7\u00e3o urbana. O autor da obra vivenciou a ditadura, o que o fez desenvolver sua consci\u00eancia pol\u00edtica, escrevendo livros com cr\u00edticas sociais e de den\u00fancia \u00e0 realidade pol\u00edtica do pa\u00eds, mas com enfoque em Manaus e o descaminhos sociais e econ\u00f4micos da Zona Franca.<\/p>\n\n\n\n<p>Por \u00faltimo<em>, A sinuosa escrita divina por rios, ruas e becos<\/em>, de Jos\u00e9 Almerindo Alencar da Rosa, revisa tamb\u00e9m \u201cA Caligrafia de Deus\u201d, apontando o enfoque na express\u00e3o \u201cescrevendo certo por linhas\u201d como a ironia central que rege os acontecimentos no livro. Manaus \u00e9 descrita como a cidade mais odiada do mundo, onde h\u00e1 s\u00f3 mis\u00e9ria, conflito e fome, mas o tema \u00e9 suavizado pela fluidez narrativa com tom ir\u00f4nico e humor\u00edstico de M\u00e1rcio Souza, uma ironia contagiante representada nas contradi\u00e7\u00f5es das personagens em meio ao descompasso entre a dura realidade do homem amaz\u00f4nico e o crescimento industrial e comercial da capital. A obra foi renovada e passou por corre\u00e7\u00f5es gramaticais e atualiza\u00e7\u00e3o dos dados, uma vez que a primeira vers\u00e3o era censurada e a segunda vem no per\u00edodo democr\u00e1tico. O estilo geral do autor \u00e9 uma tentativa de unir a literatura de massa \u00e0 literatura reflexiva.<\/p>\n\n\n\n<p>A colet\u00e2nea de artigos, ensaios e resenhas organizadas pelos professores doutores Allison Le\u00e3o e Marcos Frederico Kr\u00fcger retoma a import\u00e2ncia de M\u00e1rcio Souza como um escritor liter\u00e1rio com obras complexas e profundas ligadas ao estado do Amazonas, principalmente. As cr\u00edticas e an\u00e1lises apresentadas incentivam \u00e0 leitura dos romances e contos do autor, j\u00e1 que as tem\u00e1ticas exploradas nas obras s\u00e3o cativantes para aqueles que tenham interesse em conhecer melhor a hist\u00f3ria e cultura amaz\u00f4nica e o processo liter\u00e1rio que surgiu a partir delas.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ueaeditora\/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/UEAeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ueaeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a>!<\/p>\n\n\n\n<p>Para conhecer as nossas publica\u00e7\u00f5es digitais dispon\u00edveis de forma gratuita,&nbsp;<a href=\"http:\/\/repositorioinstitucional.uea.edu.br\/handle\/riuea\/1174\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acesse aqui<\/a>!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Editora UEA indica a obra O mostrador da derrota: estudos sobre teatro e fic\u00e7\u00e3o de M\u00e1rcio Souza, que se apresenta como um arquivo cr\u00edtico das obras de M\u00e1rcio Souza, reunindo ensaios, artigos e resenhas de professores e pesquisadores sobre o autor amazonense. 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