{"id":1648,"date":"2024-03-27T10:56:15","date_gmt":"2024-03-27T14:56:15","guid":{"rendered":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1648"},"modified":"2024-03-27T11:44:32","modified_gmt":"2024-03-27T15:44:32","slug":"ate-o-fim-do-arco-iris-uma-analise-sobre-os-caminhos-percorridos-pela-escrita-de-cintia-moscovich","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/editora.uea.edu.br\/?p=1648","title":{"rendered":"At\u00e9 o fim do Arco-\u00cdris: uma an\u00e1lise sobre os caminhos percorridos pela escrita de C\u00edntia Moscovich"},"content":{"rendered":"\n<p>Em celebra\u00e7\u00e3o ao m\u00eas das mulheres, a Editora UEA seleciona um de seus t\u00edtulos de autoria feminina como recomenda\u00e7\u00e3o de leitura: <em>Mem\u00f3ria, Influ\u00eancia e Supera\u00e7\u00e3o na Prosa de C\u00edntia Moscovich<\/em>, da professora Elaine Andreatta. O um livro guia seus leitores por um fascinante passeio pelo universo narrativo de Moscovich, destacando como os caminhos da Mem\u00f3ria, da Influ\u00eancia e da Supera\u00e7\u00e3o permeiam sua escrita.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Andreatta examina a maneira que Moscovich utiliza a <strong>mem\u00f3ria<\/strong> como uma ferramenta narrativa poderosa, revelando a complexidade das rela\u00e7\u00f5es humanas, dos dilemas existenciais e das quest\u00f5es identit\u00e1rias relativas \u00e0 sua origem. Al\u00e9m disso, a autora utiliza o pensamento de Harold Bloom sobre a \u201cang\u00fastia da influ\u00eancia\u201d para analisar as inspira\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias e culturais que formam o trabalho de Moscovich, mostrando como ela dialoga com diversos outros autores, tais quais, Borges, Kafka, Moacyr Scliar, In\u00eas Pedrosa e, despretensiosamente, Clarice Lispector. Em mat\u00e9ria de <strong>supera\u00e7\u00e3o<\/strong>, a escritora explora a caminhada liter\u00e1ria da escritora rumo \u00e0 originalidade de sua escrita, n\u00e3o fugindo de suas influ\u00eancias liter\u00e1rias, mas utilizando-as como guias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>E, atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise cuidadosa e agu\u00e7ada, Elaine Andreatta oferece aos leitores uma compreens\u00e3o profunda e significativa da obra de uma das escritoras mais talentosas e intrigantes do panorama liter\u00e1rio brasileiro contempor\u00e2neo.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo 1, uma das observa\u00e7\u00f5es centrais \u00e9 a forma como Moscovich apresenta uma nova perspectiva sobre a mem\u00f3ria, transcendendo as fronteiras culturais e abra\u00e7ando novas experi\u00eancias culturais sem renegar suas ra\u00edzes.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio de escritores judeus anteriores, cuja preocupa\u00e7\u00e3o era explorar as complexidades das identidades h\u00edbridas e resgatar narrativas espec\u00edficas ligadas \u00e0 di\u00e1spora judaica, Moscovich renova a tradi\u00e7\u00e3o ao refor\u00e7ar a experi\u00eancia de uma nova cultura sem perder a conex\u00e3o com a anterior. Nesse sentido, sua escrita representa uma amplia\u00e7\u00e3o na compreens\u00e3o do fen\u00f4meno migrat\u00f3rio na literatura brasileira contempor\u00e2nea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Um aspecto fundamental abordado \u00e9 como os escritores brasileiros de ascend\u00eancia judaica lidam com o sentido de identidade, o que \u00e9 crucial para a an\u00e1lise dos componentes do juda\u00edsmo na prosa de Moscovich. A autora n\u00e3o apenas revive, mas supera outros escritores, criando uma literatura inovadora que ressoa no cen\u00e1rio contempor\u00e2neo da literatura brasileira.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>No cap\u00edtulo seguinte, ao analisar o conto <em>Aquilo que n\u00e3o principia nem acaba,<\/em> Andreatta apresenta o di\u00e1logo de Moscovich com dois outros textos: um sobre o universo da tradi\u00e7\u00e3o judaica e um sobre o universo borgeano, pois, de acordo com a professora, a literatura \u00e9 um espa\u00e7o de cria\u00e7\u00e3o no qual se depositam universos j\u00e1 criados e que fazem parte da mem\u00f3ria do escritor, que mobiliza os arquivos de sua mem\u00f3ria. <\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse cap\u00edtulo tamb\u00e9m que se evidencia a influ\u00eancia de Clarice Lispector sobre C\u00edntia Moscovich e se conclui que a autora analisada necessita superar essa influ\u00eancia para que possa caminhar rumo \u00e0 originalidade de sua escrita, a fim de fugir do estigma do \u201cpoeta-pai\u201d. Para chegar a tal conclus\u00e3o, a autora divide sua an\u00e1lise em tr\u00eas tem\u00e1ticas: fam\u00edlia, purifica\u00e7\u00e3o alimentar e presen\u00e7a animal.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da an\u00e1lise de <em>O Telhado e o Violinista<\/em>, conto que abre o livro <em>Arquitetura do Arco-\u00cdris<\/em>, de 2004, em que uma menina narra um conflito com sua vizinha, podemos perceber a tem\u00e1tica da tradi\u00e7\u00e3o familiar judaica, por\u00e9m, ao inv\u00e9s de perpetuar os mesmos costumes e pensamentos, a narradora mostra uma forma nova de enfrentar essa tradi\u00e7\u00e3o, \u201cela vive a cultura judaica, mas n\u00e3o a perpetua de forma dolorosa ao negar alguns conhecimentos \u00e0 filha no final da narrativa\u201d (Andreatta, 2016, p. 62).<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 purifica\u00e7\u00e3o alimentar, o texto traz como representa\u00e7\u00e3o dessa tem\u00e1tica a figura da galinha, um dos animais permitidos para a alimenta\u00e7\u00e3o dos judeus, figura essa tamb\u00e9m utilizada para representar a presen\u00e7a animal no texto e evidenciar a influ\u00eancia de Clarice Lispector sobre os textos de Moscovich, pois ambas utilizam o mesmo animal para atribuir simbolismos a ele.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Uma das observa\u00e7\u00f5es mais interessantes \u00e9 a maneira como ambas as escritoras atribuem uma aura sagrada \u00e0 maternidade, representada pela figura da galinha que poupa sua vida ao p\u00f4r um ovo, tanto em <em>O Telhado e o Violinista<\/em> de Moscovich, quanto em <em>Uma Galinha<\/em>, de Lispector. Essa interpreta\u00e7\u00e3o revela uma leitura sens\u00edvel das obras, destacando n\u00e3o apenas a semelhan\u00e7a tem\u00e1tica, mas tamb\u00e9m a profundidade te\u00f3rica desses elementos.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, Andreatta tamb\u00e9m analisa o papel da identidade judaica na escrita de Lispector, apesar de sua \u201cn\u00e3o declara\u00e7\u00e3o\u201d expl\u00edcita, e como essa influ\u00eancia se manifesta de maneira diferente na obra de Moscovich.&nbsp;No universo complexo da literatura contempor\u00e2nea, a busca pela identidade autoral \u00e9 um tema recorrente que desafia tanto os escritores quanto os cr\u00edticos. No cap\u00edtulo 3, mergulhamos nas profundezas desse tema ao explorar a an\u00e1lise cuidadosa sobre a obra de C\u00edntia Moscovich.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s de um racioc\u00ednio bem elaborado, Andreatta destaca a complicada rela\u00e7\u00e3o entre a obra de um escritor e suas influ\u00eancias, sejam elas do passado liter\u00e1rio ou do contexto contempor\u00e2neo. E \u00e9 nesse cen\u00e1rio que Moscovich emerge como uma figura emblem\u00e1tica, enfrentando as ang\u00fastias inerentes \u00e0 cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica e buscando afirmar sua voz \u00fanica em meio \u00e0 vasta paisagem liter\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>A autora n\u00e3o somente nos faz refletir sobre a import\u00e2ncia do c\u00e2none liter\u00e1rio na constru\u00e7\u00e3o da identidade do autor, mas tamb\u00e9m nos desafia a considerar a resist\u00eancia como um ato \u00e9tico e est\u00e9tico e, em se tratando de Moscovich, ela n\u00e3o apenas resistiu \u00e0s conven\u00e7\u00f5es estabelecidas, como tamb\u00e9m renovou o meio liter\u00e1rio ao introduzir-se como uma escritora \u00fanica em seu pr\u00f3prio g\u00eanero, capaz de produzir obras que ecoam tanto a tradi\u00e7\u00e3o quanto a originalidade.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Em \u00faltima an\u00e1lise, o terceiro cap\u00edtulo oferece uma vis\u00e3o agu\u00e7ada sobre as complexidades da identidade liter\u00e1ria na era atual, lembrando-nos da import\u00e2ncia crucial do autor na interpreta\u00e7\u00e3o e na constru\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria obra. Para os entusiastas da literatura contempor\u00e2nea, esta \u00e9 uma leitura que certamente provocar\u00e1 uma reflex\u00e3o profunda e instigante.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Elaine Andreatta finaliza a obra atribuindo diversas caracter\u00edsticas n\u00e3o somente \u00e0 escrita de C\u00edntia Moscovich, mas tamb\u00e9m \u00e0 pr\u00f3pria autora \u201cinventora e contadora de hist\u00f3rias\u201d, porque suas lembran\u00e7as da tradi\u00e7\u00e3o judaica s\u00e3o t\u00e3o aut\u00eanticas que n\u00e3o se pode simplesmente compar\u00e1-las ao real.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, utilizando-se da divis\u00e3o estabelecida pelo professor Rinaldo de Fernandes, Elaine explica a genialidade por tr\u00e1s dos contos de Moscovich e posiciona sua obra entre as vertentes dois e cinco \u201cem que fam\u00edlia, trabalho e tradi\u00e7\u00e3o reescrevem-se em um espa\u00e7o contempor\u00e2neo atrav\u00e9s da consci\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o da fic\u00e7\u00e3o, do ato de narrar, em inst\u00e2ncias de cria\u00e7\u00e3o claras\u201d (Andreatta, p. 132, 2016).<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Quanto a quest\u00e3o da Supera\u00e7\u00e3o da Influ\u00eancia de Lispector sobre Moscovich, atrav\u00e9s do seguinte racioc\u00ednio conseguimos entender que, se para Clarice n\u00e3o h\u00e1 leitores, mas apenas v\u00edtimas, ent\u00e3o C\u00edntia enquanto leitora de Lispector, ao desfazer-se de tal condi\u00e7\u00e3o, conquista um lugar entre os grandes nomes da literatura contempor\u00e2nea brasileira superando a influ\u00eancia lispectoriana sobre sua escrita ao encontrar sua pr\u00f3pria e original forma de escrever. Entretanto, ao mesmo tempo, Andreatta ressalta a dificuldade de tra\u00e7ar uma linha clara entre o inventado e o rememorado na prosa de Moscovich, evidenciando a complexidade de sua narrativa, al\u00e9m de caracterizar a forma como a escritora trata de temas que v\u00e3o desde quest\u00f5es familiares e relacionamentos at\u00e9 sociais e identit\u00e1rios, como sens\u00edvel e esteticamente apurada.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Nos coment\u00e1rios finais tamb\u00e9m s\u00e3o levantadas quest\u00f5es sobre o mercado editorial e os desafios enfrentados por escritores contempor\u00e2neos como Moscovich. Sendo destacada a resist\u00eancia da escritora em se conformar com as demandas comerciais do mercado, optando por uma escrita aut\u00eantica e significativa, mesmo que isso signifique n\u00e3o ser amplamente reconhecida pelo p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Em suma, <em>Mem\u00f3ria, Influ\u00eancia e Supera\u00e7\u00e3o na prosa de C\u00edntia Moscovich<\/em> \u00e9 uma leitura essencial para todos aqueles n\u00e3o somente interessados na obra da escritora, mas nas complexidades da cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria contempor\u00e2nea no Brasil. Elaine Andreatta oferece uma an\u00e1lise agu\u00e7ada e esclarecedora ao iluminar os vastos aspectos da prosa de Moscovich e destacar sua import\u00e2ncia no cen\u00e1rio brasileiro atual.<\/p>\n\n\n\n<ul><\/ul>\n\n\n\n<p>Ficou interessado?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para saber mais sobre a obra, entre em contato com a Editora UEA atrav\u00e9s de nossas redes sociais. Estamos sempre presentes no nosso&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ueaeditora\/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3D\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instagram<\/a>,&nbsp;<a href=\"https:\/\/twitter.com\/UEAeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ueaeditora\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a>!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em celebra\u00e7\u00e3o ao m\u00eas das mulheres, a Editora UEA seleciona um de seus t\u00edtulos de autoria feminina como recomenda\u00e7\u00e3o de leitura: Mem\u00f3ria, Influ\u00eancia e Supera\u00e7\u00e3o na Prosa de C\u00edntia Moscovich, da professora Elaine Andreatta. 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